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Justiça cassa mandato do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre

A decisão do juiz José Antonio Coitinho, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, em Mandado de Segurança impetrado p...

27 de fevereiro de 2013

Homenagem a Moacyr Scliar


 
No dia 27 de fevereiro de 2011 perdíamos um grande médico e escritor, o sétimo ocupante da cadeira 31 da Academia Brasileira de Letras, recebido por Carlos Nejar.

Escreveu 74 livros, entre contos, ensaios, romances, inclusive literatura infanto-juvenil. Entre as obras mais importantes do autor, estão O ciclo das águas, A estranha nação de Rafael Mendes, O exército de um homem só. Seu livro O centauro no jardim, foi incluído pelo National Yiddish Book Center na lista dos 100 melhores livros de temática judaica dos últimos 200 anos.

Nasceu a 23 de março de 1937, no hospital da Beneficência Portuguesa, e o nome Moacyr já era um resultado da afinidade literária, pois foi escolhido por sua mãe após a leitura de Iracema, significando "filho da dor". Casou-se com Judith Vivien Olivien, com quem teve um filho, Roberto. Recebeu vários Prêmios Jabuti, e teve algumas de suas obras adaptadas para cinema e televisão.

Em 2002, envolveu-se em uma polêmica com o escritor do romance A Vida de Pi, vencedor do prêmio Man Booker, recentemente adaptado para o cinema e premiado no Oscar, acusado de ser um plágio da obra Max e os felinos. Scliar lidou elegantemente com o caso:
"Se a gente chama de plágio a apropriação de um texto alheio que é usado ipsis litteris então a resposta é negativa: não, Yann Martel não plagiou “Max e os Felinos”, mas ele usou a idéia do livro, com um enfoque diferente"

Disse em entrevista à Folha de São Paulo no ano de 2005.



Segue abaixo a última coluna escrita por Moacyr Scliar, no dia 11/01/2011, para o Jornal Folha de São Paulo.

Lágrimas e testosterona

Atenção, mulheres, está demonstrado pela ciência: chorar e golpe baixo. As lágrimas femininas liberam substâncias, descobriram os cientistas, que abaixam na hora o nível de testosterona do homem que estiverem por perto, deixando o sujeito menos agressivos. Os cientistas queriam ter certeza de que isso acontece em função de alguma molécula liberada — e não, digamos, pela cara de sofrimento feminina, com sua reputação de derrubar até o mais insensível dos durões. Por isso, evitaram que os homens pudessem ver as mulheres chorando. Os cientistas molharam pequenos pedaços de papel em lágrimas de mulher e deixaram que fossem cheirados pelos homens. O contato com as lágrimas fez a concentração da testosterona deles cair quase 15%, em certo sentido deixando-os menos machões.

(Publicado no caderno Ciência, 7 de Janeiro de 2011)
Ele vivia furioso com a mulher. Por, achava ele, boas razões. Ela era relaxada com a casa, deixava faltar comida na geladeira, não cuidava bem das crianças, gastava de mais. Cada vez porém, que queria repreendê-la por urna dessas coisas, ela começava a chorar. E aí, pronto: ele simplesmente perdia o ânimo, derretia. Acabava desistindo da briga, o que o deixava furioso: afinal, se ele não chamasse a mulher à razão, quem o faria? Mais que isso, não entendia o seu próprio comportamento. Considerava-se um cara durão, detestava gente chorona.

Por que o pranto da mulher o comovia tanto? E comovia-o à distância, inclusive. Muitas vezes ela se trancava no quarto para chorar sozinha, longe dele. E mesmo assim ele se comovia de uma maneira absurda.

Foi então que leu sobre a relação entre lágrimas de mulher e a testosterona, o hormônio masculino. Foi urna verdadeira revelação. Fina! mente tinha uma explicação lógica, científica, sobre o que estava acontecendo. As lágrimas diminuíram a testosterona em seu organismo, privando-o da natural agressividade do sexo masculino, transformando o num cordeirinho.

Uma idéia lhe ocorreu: e se tomasse injeções de testosterona? Era o que o seu irmão mais velho fazia, mas por carência do hormônio.

Com ele conseguiu duas ampolas do hormônio. Seu plano era muito simples: fazer a injeção, esperar alguns dias para que o nível da substância aumentasse em seu organismo e então chamar a esposa à razão.

Decidido, foi à farmácia e pediu ao encarregado que lhe aplicasse a testosterona, mentindo que depois traria a receita. Enquanto isso era feito, ele. de repente caiu no choro,um choro tão convulso que o homem se assustou: alguma coisa estava acontecendo?

É que eu tenho medo de injeção, ele disse, entre soluços. Pediu desculpas e saiu precipitadamente. Estava voltando para casa. Para a esposa e suas lágrimas.

Exposição do Salão de Alunos do Atelier Livre abre dia 5

Foto: Divulgação/PMPA
Salão de Alunos do Atelier Livre será no Centro Municipal de Cultura Salão de Alunos do Atelier Livre será no Centro Municipal de Cultura
Foto: Divulgação/PMPA
São 17 alunos/artistas expondo seus trabalhos São 17 alunos/artistas expondo seus trabalhos

A Coordenação de Artes Plásticas e o Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre Xico Stockinger promovem a abertura da exposição do Salão de Alunos do Atelier Livre no próximo dia 5 de março, às 19h, no saguão do Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues (av. Érico Veríssimo, 307).

São 17 alunos/artistas que irão expor seus trabalhos e que foram selecionados por uma comissão de instrutores de arte do Atelier Livre. Esta mesma comissão irá julgar os trabalhos e o vencedor ganhará o Prêmio de Incentivo Maria Conceição Menegassi, no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais).

Artistas/alunos:
Belkis Pacheco dos Santos;
Carmen Sansone Nunes;
Claudia Coelho;
Claudia Menezes;
Elenise Xisto;
Fabio Marques Vasconcelos;
João Alberto Rodrigues;
Jorge Bragança;
José Luiz Satt Kanan;
Kiti Linhares;
Mariah de Olivieri;
Maristela Santi;
Marina Aranha Ramos;
Rafael Muniz Espíndola;
Renato Luiz R. da Nova;
Selir Straliotto;
Sergio Bohrer.


Serviço
Abertura da exposição do Salão de Alunos do Atelier Livre: 5 de março, às 19h
Período de Visitação: De 5 a 31 de março de 2013
Horário de Visitação de Segunda a sexta, das 9h às 21h
Sábados e domingos: das 14h às 21h
Local: Espaço Expositivo do Saguão do Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues (Av. Érico Veríssimo, 307)



/cultura
Texto de: Gabriel Ferreira (estagiário SMC)/ Supervisão: Marcelo Oliveira
Edição de: Manuel Petrik
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

Porto Alegre se prepara para a abertura oficial da temporada de shows

VIA ZERO HORA:

De Jonas Brothers a Elton John, Capital recebe grande variedade de apresentações em março


Porto Alegre se prepara para a abertura oficial da temporada de shows Frazer Harrison/GETTY IMAGES NORTH AMERICA
Elton John toca na Capital no dia 5 de março, ingressos de pista custam R$ 60 Foto: Frazer Harrison / GETTY IMAGES NORTH AMERICA
Na expectativa por um 2013 que repita os aspectos positivos da agenda de shows do ano passado na Capital – a oferta vasta, a presença de artistas inéditos –, e supere os problemas com infraestrutura e cancelamentos sucessivos, março parece representar um começo com o pé direito. Na maratona que começa neste sábado, com o Barão Vermelho, há atrações para todos os gostos. Há medalhões da MPB (Milton Nascimento, Marisa Monte, Maria Bethânia e Djavan) e do rock nacional (Sepultura, Barão, Nando Reis), novas vozes femininas (Céu, Maria Gadú), fenômeno teen (Jonas Brothers), volta à ativa de banda local consagrada (Ultramen), atrações internacionais de gêneros diversos (metal do Biohazard, progressivo de Ian Anderson, reggae do Groundation, romantismo de Alejandro Sanz, ska do Sublime with Rome) e um megaespetáculo do porte de Elton John ao seu piano.
Embora março não apresente a mesma abundância de atrações de peso que se viu no fim de 2012 – entre novembro e dezembro, passaram pela Capital Slash, Madonna, Lady Gaga e Kiss –, produtoras não descartam a possibilidade de um ano pródigo em shows para todos os gostos.
– O mercado do showbusiness em 2013 será tão movimentado quanto em 2012 – avalia Lucas Giacomolli, diretor da Hits Entretenimento.
No entanto, atrações consagradas como The Cure escaparam das produtoras locais e vêm ao país sem passar pelo Estado. Por outro lado, reunir em um mesmo mês grandes nomes de tantas gerações da MPB sinaliza que este pode ser o ano da música brasileira se impor na agenda.
– A oferta de shows nacionais está incrível – afirma o diretor da Opus Promoções, Carlos Konrath.
Uma agenda mais arejada poderia ser motivo de comemoração, uma vez que evitaria o cancelamento de shows por falta de público. Segundo o sócio-diretor da Opinião Produtora Diego Faccio, esse é um aspecto que não pode ser controlado, já que a oferta de datas por parte das produtoras nacionais e internacionais não costuma levar em conta o que acontece em cada cidade, e cabe à produção local comprar ou não.
– Certamente teremos shows do mesmo perfil de público, próximos ou simultâneos, devido à enorme oferta do mercado e ao grande poder de consumo de nossa cidade – avalia.
Para o Opinião – que completa três décadas em 2013 –, Faccio promete uma agenda repleta de artistas do Brasil e do Exterior que marcaram a história da casa.
Na seleção de 20 espetáculos que apresentamos, há opções para todos os gostos musicais. Os fãs de MPB terão, nas próximas semanas, o desafio de escolher que artistas prestigiar. Os shows internacionais se sobrepõem aos nacionais, e há datas em que três atrações disputam o público da cidade. Aproveite o calendário para se programar.
Calcule o quanto você vai gastar em shows com aplicativo do Segundo Caderno.
2 de março - Barão Vermelho, no Pepsi on StageOs cariocas trazem à Capital a turnê comemorativa aos 30 anos de estrada.
Ingressos de R$ 60 (pista – 2º lote) a R$ 110 (pista Vip – 3º lote).

5 de março - Elton John, no Estádio do ZequinhaO britânico traz a Porto Alegre o concerto da turnê comemorativa aos 40 anos de carreira. No repertório, hits como Bennie and the Jets, Tiny Dancer e Goodbye Yellow Brick Road.
Os ingressos custam de R$ 210 a R$ 450.

6 de março - Café Tacvba, no Araújo ViannaOs mexicanos do Café Tacvba se apresentam em festival com o Nenhum de Nós e o uruguaio Socio.
Ingressos a R$ 50 (1º lote promocional), R$ 60 (2º lote promocional) e R$ 80 (normal).

6 e 7 de março - Maria Bethânia, no Teatro do SesiDepois de dois adiamentos, por conta de problemas de saúde e pela morte da mãe, Dona Canô, a cantora baiana promete vir à Capital para mostrar as canções de seu mais novo trabalho, Oásis da Bethânia, com cinco faixas inéditas. Os arranjos do disco foram assinados por nomes como Djavan, Hamilton de Holanda e Lenine.
Ingressos a R$ 85 (mezanino), demais setores esgotados.

6 e 7 de março - Ultramen, no OpiniãoNo show que encerra um hiato de cinco anos, a Ultramen chega com seu time: Tonho Crocco (vocal), Pedro Porto (baixo), Marcito e Malásia (percussão), Leonardo Boff (teclado), DJ Anderson (scratches) e Zé Darcy (bateria), auxiliados pelo guitarrista Chico Paixão, da Funkalister, que substitui Alexandre Guri.
Ingressos a R$ 40 (2º lote) e R$ 50 (3º lote).

9 de março - Milton Nascimento, no Araújo ViannaMilton retorna ao Estado com o show Uma Travessia, em que recebe no palco os amigos Lô Borges e Wagner Tiso. O repertório privilegia clássicos como Canção da América, Para Lennon e McCartney, Travessia e Maria Maria. No dia 10, Milton se apresenta no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo.
Ingressos a R$ 60 (plateia alta lateral), R$ 80 (plateia alta central) e R$ 100 (plateia baixa).

12 de março - Ian Anderson, no Araújo ViannaO líder do Jethro Tull comemora 42 anos de estrada apresentando na íntegra os discos Thick as a Brick (1972), do Jethro Tull, e Thick as a Brick 2, que Anderson lançou no ano passado.
Os ingressos custam de R$ 110 a R$ 200.

13 de março - Groundation & Bambu Station, no OpiniãoA capital do reggae recebe duas importantes bandas internacionais contemporâneas, presenças habituais na cidade.
Ingressos de R$ 40 (1º lote) a R$ 60 (3º lote).

14 de março - Biohazard, no OpiniãoImportante nome da mistura de metal, hardcore e rap, os americanos apresentarão canções de seu mais recente trabalho, Reborn in Defiance.
Ingressos de R$ 80 (2º lote) a R$ 110 (3º lote).

14 de março - Jonas Brothers, no Pepsi on StageO fenômeno teen passou alguns anos afastado dos palcos – período em que os irmãos se envolveram em atividades diversas, de projetos solo a paternidade. O trio sobe ao palco do Pepsi On Stage para matar a saudade da vigorosa base de fãs no Estado.
Ingressos a R$ 120 (pista – 1º lote), R$ 140 (pista – 2º lote), R$ 160 (pista – 3º lote), R$ 180 (pista – 4º lote) e R$ 200 (mezanino e pista premium).

14 e 15 de março - Marisa Monte, no Teatro do SesiA diva da MPB traz à Capital a turnê Verdade uma Ilusão, em que apresenta as canções de seu disco mais recente, O Que Você Quer Saber de Verdade. No show, além de temas do novo disco como Depois, Amar Alguém, O que se Quer e Ainda Bem, Marisa interpreta sucessos de todas as fases de sua carreira – Beija Eu, ECT, Eu Sei, Gentileza, Não Vá Embora, Tema de Amor, Amor I Love You e Velha Infância. O show também passa pelo Teatro Feevale, em Novo Hamburgo, no dia 17.
Os ingressos custam R$ 220 (mezanino), R$ 250 (plateia alta) e R$ 270 (plateia baixa).

15 de março - Racionais MC’s, no Pepsi on StageOs paulistas devem fazer show semelhante ao do Planeta Atlântida, privilegiando músicas inéditas e do disco Nada Como um Dia Após o Outro Dia, de 2002.
Ingressos de R$ 30 (pista) a R$ 55 (mezanino).

15 e 16 de março - Ney Matogrosso, no Araújo ViannaO cantor volta à Capital com seu novo show, Atento aos Sinais. Antes, passa pelo Teatro Feevale, em Novo Hamburgo, no dia 13. Ainda não há informações sobre ingressos.
21 de março - Alejandro Sanz, no Araújo ViannaVencedor de Grammys latinos e americanos, o espanhol apresenta o show La Música No Se Toca.
Ingressos de R$ 180 (plateia alta lateral) a R$ 290 (plateia baixa central).

21 de março - Sublima with Rome, no Pepsi on StageA reencarnação do Sublime visita o repertório da banda californiana na voz de Rome Ramirez.
Ingressos de R$ 50 (pista – lote promocional) a R$ 120 (mezanino – 3º lote).

21 de março - Nando Reis, no OpiniãoO ex-Titãs traz a Porto Alegre um repertório de inéditas, como Pré-Sal e Back in Vânia, e sucessos como As Coisas Mais Lindas, All Star e Relicário.
Ingressos a R$ 60 (2º lote) e R$ 70 (3º lote).

23 de março - Céu, no OpiniãoA paulistana apresenta seu terceiro disco, Caravana Sereia Bloom (2012), em que mistura suas influências de MPB e música eletrônica a ritmos latinos.
Ingressos a R$ 40 (antecipados) e R$ 50 (na hora).

24 de março - Sepultura, no OpiniãoDepois de cancelar o show com o Biohazard em vídeo publicado pelo vocalista Derrick Green, a maior banda de metal do país remarcou apresentação.
Ingressos a R$ 70.

24 de março - Maria Gadú, no Teatro do SesiA artista de maior expressão da nova MPB volta à Capital com o show do disco Mais Uma Página.Ingressos a R$ 100 (mezanino), R$ 130 (plateia alta) e R$ 150 (plateia baixa

Mais cinco casas noturnas são interditadas por falta de alvarás

Foto: Agnese Schifino/Divulgação PMPA
No total, força-tarefa da Smic já interditou 13 estabelecimentos
No total, força-tarefa da Smic já interditou 13 estabelecimentos
A força-tarefa que inspeciona a segurança das casas noturnas em relação a incêndios vistoriou, nesta terça-feira, 26, mais sete estabelecimentos. Desses, cinco receberam notificações de interdição por não apresentarem alvarás de prevenção contra incêndios: Wish Club, DC Artplex, Madam, Art Bar e o Café Moinhos (antigo Café Quintino). (fotos)
As outras duas estavam regulares. O Republic Bar tem alvará de bombeiros e o Malvadeza não é mais casa noturna e tem alvará para bar e restaurante. As inspeções estão sendo realizadas em casas noturnas que não apresentaram alvará de prevenção contra incêndio no prazo definido por medida determinada pelo prefeito José Fortunati. Desde sexta-feira, foram interditadas no total 13 casas noturnas pela força-tarefa coordenada pelo secretário da Produção, Indústria e Comércio, Humberto Goulart que considera “fundamental mudar a cultura dos empreendedores do ramo e agilizar os licenciamentos e alvarás.”
A força-tarefa é integrada pelas secretarias municipais da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Urbanismo (Smurb), Meio Ambiente (Smam, Obras e Viação (Smov), Governança Local (SMGL), por intermédio do Centro Administrativo Regional - Centro, Gestão (SMGES), Planejamento Estratégico e Orçamento (SMPEO), Licenciamento (EGLRF), Saúde (SMS) e Procuradoria-Geral do Município (PGM)). O grupo de trabalho também está estudando alternativas para dar mais transparência e agilidade aos processos de licenciamento e à fiscalização de estabelecimentos de entretenimento noturno e aperfeiçoar a troca de informações entre as secretarias.
Receberam Notificação de Interdição:
- Chip’s
- Casa Colada
- 1001 Noites
- Laika- Discretus
- 512 / Hangar
- Negra Noite
- Cine Theatro Ipiranga
- Scala Club
-Wish Club
-DC Artplex
-Madam
-Art Bar
-Café Moinhos (antigo Café Quintino)

Casa liberada nos aspectos relacionados à prevenção de incêndio:
- Refugius

Estabelecimentos que apresentaram documentação:
A) Casas que apresentaram alvarás
1) CAFÉ DE LA MUSIQUE
2) CLUB 688
3) LABARCA CAFÉ PUB
4) PRETO ZÉ
5) CABARET VOLTAIRE
6) NEGA FRIDA
7) SANTA MONICA
8) ENCONTRUS BAR
9) CLUBINHO
10) PORÃO DO BECO
11) CALDEIRÃO DO JULINHO
12) BASE BAR DRINK
13) COND. ED. SANTA MÔNICA
14) CABO HORN/DIVINA COMÉDIA
15) PORTEIRA DA AMIZADE
16) BIANCHINI
17) CASA DO GAÚCHO
18) FARM’S BAR*
19) BATEMACUMBA*
20) STUTTGART
21) OPINIÃO
22) ACER
23) PANDA EXPRESS/ THOMAS CAFÉ*
24) SOBRADINHO *
25. DOMINÓ NIGHT CLUB
26. REI DO BALÃO
27. 1,2, FEIJÃO COM ARROZ *
B) Casas que apresentaram certidões
25) IN SANO*
26) PÉ PALITO/WODOO LOUNGE*
* Documentações em análise técnica da Prefeitura



/alvaras /fiscalizacao
Texto de: Agnese Schifino
Edição de: Manuel Petrik
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

ABERTA TEMPORADA 2013 NOS TEATROS MUNICIPAIS


TEATRO INFANTIL

Sala Álvaro Moreyra
De 02 a17 de março
Sábados e domingos, às 16h
Ingressos entre R$1o e R$20
Fotografia Diego Bregolin
Em cinco anos de trabalho a Trupi já andou por diversos cantos deste Estado, de outros Estados e até fora do país! E o que mais nos marcou foi descobrir que em cada canto havia um novo amigo(a) para nos cativar. E pra comemorar esse momento tão especial reunimos alguns desses amigos queridos trazidos de diversos cantos para contar e encantar com sua arte. Mágica, bonecos, música e muita diversão!!
Elenco Anderson Gonçalves e Carmen Lima (Trupi di Trapu)
Convidados Léia Cassol, Rosane Castro, Leila Pereira, Karine Cunha, Lúcio Alves e Charles Kray
Iluminação Miguel Tamarajó (Jacka)
Direção geral Anderson Gonçalves
Produção Trupi di Trapu
Auxiliar de produçãoJanaína Machado

TEATRO ABERTO

05, 12, 19 e 26 de março
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca
Fotografia Adriana Sommacal
Através dos corpos em contato, dançando e atravessando o espaço, os atores trazem histórias, memórias e lembranças, tendo a morte como pano de fundo, e construindo assim um espaço de atuação no qual o público é convidado a compartilhar suas próprias memórias, realizando um questionamento sobre a morte, sobre a vida, sobre a sua história. "A morte é fechar uma porta. Uma cortina. Apagar a luz. Parar".
Elenco André Macedo e Marcia Berselli;
Orientação Laura Backes

NOVAS CARAS

06, 13, 20 e 27 de março
Teatro de Câmara Túlio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca
Foto Martha Reichel Reus
Boris é um intelectual amargurado com o mundo em que vive, sem esperança nos seres humanos e na sociedade contemporânea. Sua rotina é abalada pela visita de Melody, uma jovem vinda do interior, fugindo da clausura retrógrada de seus pais, católicos fervorosos. Como toda boa comédia de Woody Allen, essa é repleta de personagens neuróticos que expõe com toda a força sua fragilidade iminente, mostrando um pouquinho da histeria que existe em todos nós.
Elenco Andressa Grando Howell, Anelise Barra Ferreira, Anelise Fruett, Carolina Azambuja, Clarice Cerentini, Diego Pessoa, Ismael Goulart, Jade Knorre, Juliana Minho, Márcia Rapetto, Mauricio Schames, Nina Moreira e Roberta Koche
Iluminação Catarino Grosser
Operação de som Catharina Cecato Conte
Direção Catharina Cecato Conte
Produção Comica Cultural
 


TEATRO INFANTIL

DE CADA CANTO, UM CONTO
Sala Álvaro Moreyra
De 02 a 17 de março
Sábados e domingos, às 16h
Ingressos entre R$1o e R$20
Fotografia Diego Bregolin
Em cinco anos de trabalho a Trupi já andou por diversos cantos deste Estado, de outros Estados e até fora do país! E o que mais nos marcou foi descobrir que em cada canto havia um novo amigo(a) para nos cativar. E pra comemorar esse momento tão especial reunimos alguns desses amigos queridos trazidos de diversos cantos para contar e encantar com sua arte. Mágica, bonecos, música e muita diversão!!
Elenco Anderson Gonçalves e Carmen Lima (Trupi di Trapu)
Convidados Léia Cassol, Rosane Castro, Leila Pereira, Karine Cunha, Lúcio Alves e Charles Kray
Iluminação Miguel Tamarajó (Jacka)
Direção geral Anderson Gonçalves
Produção Trupi di Trapu
Auxiliar de produção Janaína Machado
 



TEATRO ABERTO

QUANDO EU TINHA
05, 12, 19 e 26 de março
Sala Álvaro Moreyra
Terças às 20h
Entrada Franca
Fotografia Adriana Sommacal
Através dos corpos em contato, dançando e atravessando o espaço, os atores trazem histórias, memórias e lembranças, tendo a morte como pano de fundo, e construindo assim um espaço de atuação no qual o público é convidado a compartilhar suas próprias memórias, realizando um questionamento sobre a morte, sobre a vida, sobre a sua história. "A morte é fechar uma porta. Uma cortina. Apagar a luz. Parar".
Elenco André Macedo e Marcia Berselli;
Orientação Laura Backes
 
 


NOVAS CARAS

TUDO PODE DAR CERTO
06, 13, 20 e 27 de março
Teatro de Câmara Túlio Piva
Quartas às 20h
Entrada Franca
Foto Martha Reichel Reus
Boris é um intelectual amargurado com o mundo em que vive, sem esperança nos seres humanos e na sociedade contemporânea. Sua rotina é abalada pela visita de Melody, uma jovem vinda do interior, fugindo da clausura retrógrada de seus pais, católicos fervorosos. Como toda boa comédia de Woody Allen, essa é repleta de personagens neuróticos que expõe com toda a força sua fragilidade iminente, mostrando um pouquinho da histeria que existe em todos nós.

Elenco Andressa Grando Howell, Anelise Barra Ferreira, Anelise Fruett, Carolina Azambuja, Clarice Cerentini, Diego Pessoa, Ismael Goulart, Jade Knorre, Juliana Minho, Márcia Rapetto, Mauricio Schames, Nina Moreira e Roberta Koche
Iluminação Catarino Grosser
Operação de som Catharina Cecato Conte
Direção Catharina Cecato Conte
Produção Comica Cultural

26 de fevereiro de 2013

Marta Suplicy diz que Vale-Cultura poderá ser gasto com TV por assinatura

via Zero Hora

A declaração vem cerca de uma semana após a ministra dizer que "não acha que jogos digitais sejam cultura"




Sancionada em dezembro de 2012 pela presidente Dilma Rousseff, a lei do Vale-Cultura (benefício de R$ 50 destinado a trabalhadores que ganhem até cinco salários mínimos) deve ter o decreto de regulamento assinado essa semana. Uma novidade anunciada pela ministra da Cultura, Marta Suplicy, no entanto, surpreende: o dinheiro do vale poderá ser usado também para o pagamento de mensalidades de TV por assinatura.
— Esse benefício só poderá ser usado em estabelecimentos majoritariamente culturais. Então, ele vai funcionar em cinemas, teatros, casas de shows, museus, livrarias, para a compra de revistas e periódicos e para a assinatura de TV a cabo — disse a ministra em entrevista ao jornal O Globo.
A afirmação da ministra vem cerca de uma semana após outra declaração que gerou comentários. No último dia 19, em São, Paulo, Marta afirmou em audiência pública que "não acha que jogos digitais sejam cultura". No evento, a ministra disse que, a princípio, o Vale-Cultura não poderia ser usado para a compra de videogames.
Ao Globo, Marta explicou ainda que a regulamentação que Dilma deve assinar esta semana em Brasília será um "documento bem genérico" e que o detalhamento operacional relativo ao uso do benefício só virá mesmo nos próximos meses, por meio de portarias. O benefício deve entrar realmente em vigor no mês de junho.
— Trata-se de um produto novo, e nós não queremos engessá-lo logo de cara. Fazendo esse detalhamento por portarias, podemos ir corrigindo pouco a pouco as regras estabelecidas para seu uso — explicou a ministra.
Segundo o Ministério da Cultura, a estimativa é de que 17 milhões de trabalhadores recebam o Vale-Cultura. O benefício será concedido na forma de um cartão magnético, que poderá ser usado para comprar produtos e serviços culturais. Dos R$ 50 mensais, R$ 45 serão bancados pelo governo federal via renúncia fiscal aos empregadores (cerca de R$ 7 bilhões anuais), e o restante, pelos trabalhadores ou pelas empresas que quiserem custear. A adesão ao benefício não é obrigatória, mas, segundo Marta, vai existir "pressão" para que as empresas implantem o Vale-Cultura.

Busca por segurança motiva visita a teatros e seminário

Sated apresentou vídeo sobre acidentes na Cece

A Comissão de Educação, Cultura, Esportes e da Juventude (Cece), da Câmara Municipal de Porto Alegre, visitará os teatros Renascença e Sala Álvaro Moreira, no dia 5 de março, a partir das 14h30min, para averiguar as condições de segurança desses locais. A decisão foi tomada em reunião da Cece nesta terça-feira (26/2) com representantes do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Rio Grande do Sul (Sated/RS), que também pediram apoio dos vereadores para a realização do Seminário da Cultura em 2013 no Teatro Glênio Peres, da Câmara. Um dos temas do evento, segundo o Sated, será justamente a segurança nos teatros e casas de espetáculos e a necessidade de capacitação dos técnicos que atuam nesses espaços.

O presidente do Sated, Luciano Fernandes, e Resoli Moreira dos Santos, responsável pela comunicação do sindicato, contaram que são frequentes os acidentes de trabalho em espaços culturais devido a fatores como montagem inadequada de equipamentos ou falta de materiais de segurança. Também citaram a inexistência de saídas de emergência, como na Sala Álvaro Moreyra, o que motivou a decisão da Cece de visitar o local, e o fechamento de passagens até com cadeado em estabelecimentos que recebem grande público. Conforme Fernandes, o uso da tecnologia no teatro avançou, mas a preocupação com a segurança não acompanhou esse ritmo.

Resoli garantiu que a luta pela segurança e pela capacitação de técnicos é antiga no Sated, que promove cursos de prevenção de acidentes, mas ganhou ainda mais relevância após o incêndio na Boate Kiss, de Santa Maria. Na sua opinião, a tragédia poderia ter sido evitada se uma pessoa despreparada não tivesse usado um artefato pirotécnico. "Não pode ter amador na área técnica; é risco de vida", frisou. Segundo ele, o objetivo do Seminário da Cultura é especialmente contribuir para a reflexão, a conscientização e a construção de soluções nessa área. Na reunião, a entidade exibiu um vídeo com casos de acidentes em espetáculos e de equipamentos instalados de forma precária, oferecendo riscos ao público.

Participação

O Sated solicitou à Cece que o Seminário da Cultura seja realizado em julho ou agosto deste ano e pediu apoio para o envio de convites aos participantes e escolas, além do uso do Teatro Glênio Peres, que se encontra ocioso. Outras sugestões de pautas para o encontro, como atestaram Resoli e Fernandes, estão sendo construídas no Facebook. A ideia do sindicato é tornar o seminário o mais participativo possível. Além da segurança nos espaços culturais, estão entre os temas levantados até agora Copa e Cultura e Educação e Teatro.

Fernandes ainda contou que, apesar de o governo do Estado não ter convidado o Sated para compor a comissão especial criada após o incêndio na Kiss, o sindicato está tomando a frente para estabelecer limites e conscientizar para a necessidade de prevenir acidentes. Mas, a seu ver, não adianta impor uma cartilha com regras e fechar todos os espaços, e sim construir um acordo coletivo e mudar a atual legislação.

Fiscalização

A presidente da Cece, Sofia Cavedon (PT), informou que representantes do Executivo serão convidados para a ida aos teatros do Centro Municipal de Cultura na próxima semana. "Que nossa comissão desencadeie as visitas e a fiscalização dos espaços e teatros da cidade", disse. "Não queremos o fechamento desses locais, mas a prefeitura tem mecanismos para agir." Segundo a vereadora, a "luz vermelha está acesa" e é preciso aprender "com as lições de Santa Maria".  

Também participaram da reunião da Cece os vereadores João Derly (PCdoB), Tarciso Flecha Negra (PSD) e Séfora Mota (PRB), além do presidente do Conselho Municipal de Cultura (CMC), Paulo Guimarães, que voltou a lamentar o contingenciamento do baixo orçamento para a  área da cultura no Município. Uma reunião sobre esse tema foi agendada pela Cece para o dia 12 de março, às 14h30min.

Texto: Claudete Barcellos (reg. prof. 6481) 
Edição: Helio Panzenhagen (reg. prof. 7154)


Convite - Reunião com trabalhadores da cultura e entretenimento do RS sobre as normas de segurança em casas de espetáculos e boates no Brasil

Prezados!

Segue convite para a reunião com os trabalhadores da cultura e do entretenimento do RS sobre as normas de segurança em casas de espetáculos e boates no Brasil.
Contamos com o apoio na divulgação e com a presença de todos no evento!

Um abraço.

Equipe gabinete deputado federal Ronaldo Zulke

«A contribuição dos trabalhadores da cultura e do entretenimento do RS para o debate sobre a regulamentação das normas de segurança em casas de espetáculo e boates no Brasil»

O que pensam produtores, empresários, artistas e demais trabalhadores da cultura e do entretenimento do Estado sobre as regras de segurança em casas de espetáculo e boates no Brasil?

Queremos recolher as sugestões dos profissionais do setor no RS para subsidiar o nosso trabalho na Comissão Externa da Câmara que busca atualizar a legislação existente  visando a garantir que os estabelecimentos prossigam com seu trabalho, oferecendo as condições de segurança necessárias para preservar a vida de todos!

Dia 28 de fevereiro, quinta-feira, às 19h
Plenarinho da Assembleia Legislativa do RS (3º andar)
Entrada franca

--
Assessoria de imprensa
Lucidio Bordignon Gontan
Reg.prof.: 9389
Celular: (51) 8442-4757

Endereço
Rua Riachuelo, 1038/1205
CEP: 90010-272
Centro
Porto Alegre - RS
Telefone: (51) 3211-0269





Scliar será o enredo dos Bambas da Orgia


 
Foto: Reprodução

Quando foi eleito antes do Carnaval de 2012, antes de um processo impedir a sucessão na escola, o presidente Cleomar Rosa havia anunciado como tema dos Bambas da Orgia uma homenagem ao falecido médico e escritor gaúcho Moacyr Scliar, imortal da Academia Brasileira de Letras.

Pois bem, depois de assumir a presidência para 2013, acabou optando por falar do símbolo maior na nação azul e branco, a águia, escolha que trouxe a feliz conquista do título e a recuperação da identidade campeã dos Bambas.

Agora, eis que a ideia é resgatada e o tema sobre Scliar está confirmadíssimo para ir para a avenida. Na época em que foi idealizado pela primeira vez, o enredo, então escrito pelo carioca Marco Antonio, era intitulado "Surge um ser de luz... Moacyr Scliar". Para 2014, ainda não há título, pois o tema ainda está sendo desenvolvido.

Os Bambas da Orgia são a segunda escola a confirmar seu tema para o desfile do ano que vem. Recentemente, antes do desfile das campeãs, o Império da Zona Norte anunciou a cidade de Taquari como seu enredo.

CONSELHO DE CULTURA PRESENTE EM PAUTA NA CECE

Conselho de Cultura presente na reunião da CECE de hoje às 14:30 h.
Pauta: Apresentação do projeto de um Seminário de Cultura, possivelmente no mês de junho ou agosto sobre educação e segurança nos equipamentos públicos de Porto Alegre, promovido pelo SATEDRS.
Aproveitamos para reiterar a necessidade de uma pauta na CECE sobre o CONTINGENCIAMENTO das verbas da SMC no ano de  2013,
Guimarães Presidente  Conselho Municipal de Cultura 


Projeto Quartas Na Dança recebe inscrições até amanhã

O Centro de Dança da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre está recebendo projetos para seleção ao projeto Quartas na Dança 2013. O prazo final para entrega é 27 de fevereiro de 2013.
As inscrições estão abertas para grupos e companhias profissionais do RS de todos os estilos, modalidades e linguagens, da dança afro à contemporânea, do jazz ao balé, da dança flamenca à dança de salão, entre outros. Os espetáculos devem ter duração mínima de 45 minutos. Os projetos devem conter a sinopse do espetáculo, ficha técnica e informações relativas à cenografia e iluminação. É exigido o registro do espetáculo em DVD ou projeto detalhado da montagem.
O Quartas na Dança nasceu com o objetivo de fomentar a produção coreográfica dos grupos e companhias da capital e garantir o acesso do público a essa produção. O projeto é realizado uma quarta-feira por mês, no Teatro Renascença, conquistando um público cativo e cada vez maior.
Outras informações podem ser obtidas através do tel.: 3289-8065/ 3289.8063 ou no endereço eletrônico: tomazzoni@smc.prefpoa.com.br



/cultura /danca
Texto de: Marcelo Oliveira
Edição de: Álvaro Luiz Oliveira Teixeira
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

25 de fevereiro de 2013

Pesquisa incrementa conhecimento sobre OP

Em parceria com o Centro de Democracia Deliberativa da Universidade de Stanford (Califórnia, EUA), o Observatório da Cidade de Porto Alegre (ObservaPoa) está desenvolvendo pesquisa para incrementar a atuação do Orçamento Participativo (OP). O projeto está em fase de preparação. Em abril, terá início a aplicação de um questionário junto a um público de 800 pessoas, no bairro Restinga – ação considerada a primeira etapa da fase executiva do trabalho.

Sociólogo do ObservaPoa, André Luís Pereira explica que a pesquisa deverá estar concluída em junho. Com o estudo, a secretaria de Governança Local pretende verificar como a distribuição de informação pode influenciar a opinião sobre políticas públicas junto ao público do OP. O projeto teve início em dezembro. Metodologia semelhante já foi aplicada pelo governo do Estado para avaliar questões relativas à carreira do funcionalismo.

Eleito Conselho do Povo Negro para gestão de dois anos


Realizado nesta segunda-feira, 25, no Auditório Ana Terra, da Câmara Municipal de Porto Alegre, o II Fórum Municipal do Povo Negro elegeu, por unanimidade, em chapa de consenso, os integrante do Conselho Municipal para os próximos dois anos: presidente, Victor Hugo Rodrigues Amaro, da Associação das Entidades Carnavalescas de Porto e do Rio Grande do Sul (Aecepargs), vice presidente, Vera Lucia G. Rosa, Sindicato dos Servidores Federais/RS; secretária Elisete Alves Moretto, adjunta de DH; e tesoureira, Elaine Oliveira Soares da SMS.
O que não foi concluído entre os projetos da gestão anterior e a busca de novas diretrizes de valorização da comunidade negra são as metas do novo Conselho Municipal do Povo Negro. Segundo Elisete Moretto, secretária-adjunta de Direitos Humanos para o Povo Negro e secretária do Conselho recém eleito, o foco será de constante controle social e fiscalização das ações para o desenvolvimento de Políticas Públicas para a população negra de Porto Alegre.
O encontro teve início às 9h da manhã com os trabalhos conduzidos por Clóvis André Silva da Silva, ex-coordenador geral do Gabinete de Políticas Públicas para Povo Negro, e com a participação dos secretários-adjuntos, do Povo Negro, Elisete Moretto; da Mulher, Waleska Vasconcellos; Maria da Graça Gomes Paiva, da Educação; Albano Assis, da Livre Orientação Sexual; André Canal, do Idoso e Carlos Fett, da Administração. Presentes, também os vereadores engajados nas causas representadas na mesa, como Cláudio Janta, João Derli, Lourdes Sprenger e Tarciso Flexa Negra.
No encerramento do evento a secretária-ajunta de Direitos Humanos para o Povo Negro, Elisete Moretto, fez a entrega simbólica à jornalista Jeanice Dias Ramos dos certificados da XX Semana da Consciência Negra. Presente também a jornalista Vera Daisy Barcellos, diretora do Sindicato de Jornalistas Profissionais do RGS. Fechando o evento Elisete Moretto citou Martin Luther King: "Eu tenho um sonho de que um dia todos verão uma nação, onde pessoas não serão julgadas pela cor da sua pele, mas pela essência de seu caráter".


/direitos_humanos /povo_negro
Texto de: Gladis Ybarra
Edição de: Manuel Petrik
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

A comunicação em nossas vidas


VIA BLOG  ROGERIO BASTOS
 

Comunicar-se bem... É a chave para abrir as portas do sucesso

Se quiser ter sucesso na vida profissional você tem que saber se comunicar bem. Se quiser ter nota boa no trabalho escolar deve fazê-lo bem e, principalmente, fazer uma apresentação diferenciada. Em qualquer função, cargo ou área e atuação, tu precisa saber se comunicar para apresentar as tuas ideias, demonstrar teu ponto de vista, influenciando e convencendo as pessoas dos teus argumentos e, de certa forma, convencendo-as de “comprar” suas propostas e “produtos”.
Tenho ministrado mais de 40 palestras por ano, nos últimos dez anos, e aprendi muito (por que sempre fui muito envergonhado para falar em público), estudei, tive como exemplos os grandes palestrantes que assisti (e paguei uns quantos pilas para ver: Carlos Alberto Parreira, Bernardinho, Valdez Ludwig, Roberto Shinyashiki, Daniel Goldri, James Hunter – autor do livro “O Monge e o Executivo” – entre outros) para poder melhorar o nível de palestras que levamos para os CTGs pelo RS e fora dele.
Em algumas apresentações que temos assistido por ai, vemos palestrantes expondo suas ideias desorganizadamente, gerando confusão na cabeça da plateia. Eles se perdem contando suas histórias e seus feitos, achando que estão agradando, e a plateia se perguntando: “O que eu tenho que ver com isso? Vim ver uma coisa e estou assistindo outra!”. Sempre que vamos falar para nosso público procuramos fazer com entusiasmo apresentando propostas e metas que sejam reais, que possam ser alcançadas. Falamos de nossas ideias para ver as pessoas reagirem em cima de uma nova maneira de pensar, baseada naquilo que propusemos.
Antes de começarmos uma apresentação, devemos nos perguntar: “Com o que vou falar, será que estarei ajudando as pessoas a realizarem seus objetivos?”. Tu podes te considerar realizado quando, além de levar teu público a realizar ações propostas, saber que teu trabalho ajudou pessoas a promover uma verdadeira mudança em suas vidas. Meus melhores momentos foram com pequenos CTGs, no interior do estado, estagnados, com problemas de relações pessoais, com dificuldades e sem perspectivas de mudança. Ver o grupo classificado no ENART, a entidade saindo do “buraco”, por que melhoraram as relações entre seus membros, e todos trabalharam juntos, em equipe, para o crescimento do CTG, isso é que me deu grande satisfação. O resultado.
Não esqueça quando for palestrar: A tua missão é mudar a vida das pessoas com as tuas palavras. Lembre-se: Quanto maior for teu interesse e dedicação ao teu próximo, ao teu irmão, maior será teu poder de transformar a vida para melhor.

SOLICITAÇÃO DE AUDIÊNCIA NA CECE EM CARÁTER DE URGÊNCIA

PREZADOS VEREADORES DA CECE
 
TODO O ANO, MESMA ÉPOCA É A MESMA COISA, RUMORES DE QUE A SECRETARIA DE CULTURA SOFRERÁ CONTIGENCIONAMENTO NO SEU PARCO ORÇAMENTO.
VIEMOS EM CARÁTER DE URGÊNCIA SOLICITAR UMA PAUTA NA CECE PARA TRATAR DE TÃO IMPORTANTE ASSUNTO.
 
ENTIDADES PARA SEREM CHAMADAS;
 
CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA
CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA
TEMÁTICA DA CULTURA
SATED/RS
SECRETÁRIOS DA FAZENDA, ORÇAMENTO.
SECRETÁRIO DA CULTURA.
 
OUTRAS ENTIDADES, QUE SE JULGAREM NECESSÁRIAS.
 
 
Guimarães Presidente  Conselho Municipal de Cultura
F: 3026.6777 / 9987.5880
Twitter Guimarães:http://twitter.com/notas_guimaraes
https://www.facebook.com/Paulorobertoguimaraes
Blog Conselho POA:http://cmcpoa.blogspot.com
 
 

24 de fevereiro de 2013

Autora de pesquisa afirma que literatura é elitista

VIA  ZERO HORA:

Regina Dalcastagnè fala sobre o perfil dos autores brasileiros


Entrevista: Regina Dalcastagnè
A pesquisa realizada por Regina Dalcastagnè mostra que o escritor brasileiro é homem, branco, com diploma superior e mora no Rio ou em São Paulo. Ainda que essa fosse uma hipótese, a professora da Universidade de Brasília argumenta que os resultados do estudo transformaram uma percepção em dado concreto.
A seguir, confira os principais trechos da entrevista concedida por telefone.
Zero Hora - Mesmo que uma hipótese tenha se confirmado, alguns dados surpreenderam?
Regina Dalcastagnè - Achei excessivo o número de autores brancos, comparando com a realidade do país. Claro que sabemos que há uma dificuldade maior para pessoas não brancas participarem de qualquer campo de discurso. Mas foi um número que surpreendeu, mais no que diz respeito aos personagens, porque o número de personagens negros também é muito pequeno.
ZH - A senhora teve retorno do meio acadêmico e de escritores sobre a pesquisa?
Regina - A reação foi curiosa. De um modo geral, os escritores homens brancos se sentem ofendidos pela pesquisa, como se estivessem sendo acusados de alguma coisa, por mais que o texto diga o tempo inteiro que não estamos fazendo uma avaliação individual de cada escritor. É um mapeamento. Tanto é que existem vários escritores homens brancos fazendo uma obra um pouco mais crítica, abrangente, que incorpora outros personagens, mas são poucos dentro do conjunto. A pesquisa deixa entusiasmados escritores como mulheres e negros, que se sentem um pouco excluídos desse campo literário. No campo acadêmico, a repercussão depende da universidade onde você está, do grupo com o qual está falando. Há um pouco de reação contra estudar literatura e falar de números. É algo que incomoda um pouquinho algumas pessoas.
ZH - Incomoda por quê?
Regina - Quando faço uma pesquisa como essa, parto do pressuposto de que a literatura é uma forma de representação como o jornalismo, a telenovela, a publicidade. De algum modo, estou igualando-a a outras formas de representações sociais. Isso incomoda alguns estudiosos que querem ver a literatura à parte desse universo. Eu realmente acho que dá para juntar tudo.
ZH - Por que isso ocorre?
Regina - A meu ver, está vinculado, em primeiro lugar, a uma questão econômica. Os escritores homens brancos têm mais dinheiro e mais tempo para escrever. Em Um Teto Todo Seu, Virginia Woolf defende que a primeira coisa que as mulheres precisam ter para escrever é um teto sobre a cabeça. Há uma dificuldade para se conseguir esse tempo, essa tranquilidade para sentar e escrever. Quando o homem trabalha o dia inteiro, ele chega em casa e vai jantar e escrever, enquanto a mulher vai ter que preparar a janta do marido, arrumar a mochila das crianças. É uma realidade que eu espero que mude. É uma questão de tempo e de economia.
ZH - A senhora comentou que a surpreendeu a proporção de 93,9% de autores brancos. Há explicação?
Regina - Volto à questão econômica. A literatura é uma das artes mais elitistas que existem, justamente porque, para escrever literatura, teoricamente, a primeira coisa que você tem que ter é domínio da escrita. E um domínio maior. Não é simplesmente saber ler e escrever o seu nome. Então, tem a ver com a educação, em primeiro lugar. A população negra brasileira está começando a entrar na universidade agora, é muito recente. Acho que ainda vai ter, futuramente, uma produção interessante (de literatura). É uma população que tem dificuldade de se educar formalmente, que trabalha demais. Como você vai conseguir produzir dentro dessas circunstâncias? Fica mais difícil.
ZH - Uma ressalva que poderia ser feita é que a pesquisa não considera romances publicados por editoras menores.
Regina - Os números seriam muito próximos. As pessoas se sentem incomodadas, como se eu estivesse desvalorizando as editoras pequenas. Não há nenhuma valoração, até porque lemos livros horríveis publicados por grandes editoras (risos). Não queremos dizer que não há excelentes escritores publicando por pequenas editoras. Essa pesquisa é numérica. O que estamos dizendo é que, quando um livro é publicado por uma grande editora, é considerado literatura. A grande editora acaba dando um carimbo. Fora isso, a grande editora chega a todas as livrarias do país, tem mais acesso à imprensa, consegue traduções para o Exterior. Estamos discutindo o campo literário. Quem publica por grandes editoras é considerado, de fato, um escritor. Como tem uma divulgação maior, o escritor tem como influenciar outros produtores.
ZH - De modo geral, os personagens refletem o perfil dos escritores. A literatura brasileira contemporânea é autorreferente ou isso é assim há mais tempo?
Regina - Deve ter sido sempre assim. Na verdade, fica mais fácil para os autores falarem do mundo que conhecem. Há a ideia de que não precisa ser mulher para escrever sobre uma mulher. Mas o que a pesquisa mostra é que precisa, sim. Se não, algumas experiências desaparecem do texto. Não acho que os homens tenham que escrever mais sobre mulheres ou que as mulheres tenham que escrever mesmo sobre mulheres. É necessária uma variedade maior de experiências entre os autores. Acredito que isso vai se refletir também na literatura. A literatura brasileira ganharia em variedade e heterogeneidade se os autores fossem mais heterogêneos também.
ZH - Qual é a solução para haver mais heterogeneidade na literatura brasileira?
Regina - Precisamos de mais educação, essa é a primeira questão. Não só para formar escritores, mas para formar leitores interessados nos assuntos. Se aumentar o público leitor negro, talvez as editoras se sintam impulsionadas a buscar uma literatura que vai interessar a esse público. Tampouco acuso as editoras. É uma questão mais ampla. Será que o leitor de classe média, branco, está interessado nessas experiências diferentes, nessa vivência do cobrador de ônibus, da manicure? Ou será que ele está interessado nos bandidos exóticos, nesse movimento mais extraordinário da miséria? O problema é complexo, e a solução não tem um caminho só. Tem a ver com mais educação, tem a ver com abrir, nas universidades, os olhos para outras produções que não sejam apenas as dos brancos. É preciso que os pesquisadores ensinem outro tipo de produção, que a mídia apresente também um espaço para isso.

ZERO HORA

23 de fevereiro de 2013

Foliões tomam a Rua Sofia Veloso, na Capital, em carnaval fora de época

VIA ZERO HORA:

Cidade Baixa deve receber eventos do gênero até o dia 17 de março


Foliões tomam a Rua Sofia Veloso, na Capital, em carnaval fora de época Adriana Franciosi/Agencia RBS
Cidade Baixa ficou colorida na tarde deste sábado Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Duas semanas passaram e o Carnaval não parece ter fim em Porto Alegre. Neste sábado, a Rua Sofia Veloso, na Cidade Baixa, foi palco de mais uma festa. Desta vez, coube ao bloco Maria do Bairro comandar a festa.
Centenas de foliões vestiram suas fantasias e cantaram marchinhas de Carnaval. A ideia é manter viva a identidade do carnaval de rua. Outros blocos, além do Maria do Bairro, devem tomar as ruas nos próximos finais de semana.

CONSELHO NO CARNAVAL DE BLOCOS DE RUA, BLOCO GALO DE PORTO