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Justiça cassa mandato do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre

A decisão do juiz José Antonio Coitinho, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, em Mandado de Segurança impetrado p...

31 de agosto de 2010

Parceiros Voluntários profissionaliza terceiro setor

TREINAMENTO DE ONGS

Parceira do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a profissionalização de organizações sociais, a Parceiros Voluntários apresentou ontem os primeiros resultados da ação Educando para a Transparência. O treinamento gratuito atingiu 31 instituições de nove cidades gaúchas em sua primeira fase.


Com metodologia própria, o curso de 80 horas aula teve início em agosto de 2009 e terminará ao final do ano que vem com a formação de cerca de cem instituições em todo o Estado. De acordo com a gerente de formação, Maria Inês Andreotti Pereira, a iniciativa traz conteúdos que vão desde o diagnóstico do que precisa ser melhorado até aulas teóricas, legislação, requisitos técnicos, entre outros.

Durante o encontro, realizado na Federasul, na Capital, participantes como a diretora da Apae de Sapucaia do Sul, Luciana Schulz de Oliveira, deram seus depoimentos:

– Destaco o nosso aprendizado nos processos administrativos e de contabilidade. Além disso, fizemos um blog e criamos indicadores para a avaliar o desempenho da nossa instituição.

A presidente da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Pereira Johannpeter, afirma que, quando as organizações da sociedade civil investem em aprendizagem, planejamento e transparência, esses valores se revertem em credibilidade.

– Tem muito de idealismo, mas somado ao profissionalismo, esse processo resulta em emoção com resultados – assinala Maria Elena.

Evento prepara cidades para receber a Copa

Seminário na Capital tira dúvidas de quem quer acolher seleções em 2014

Para os municípios gaúchos que sonham ser invadidos em 2014 pela legião de torcedores que acompanha as seleções em Copas, hoje é dia de tirar dúvidas. A Match Services, empresa da Fifa que organiza a hospedagem durante as Copas, vai detalhar em um seminário na Capital quais os requisitos necessários para uma cidade ser escolhida “campo base”, e assim possa abrigar seleções durante o Mundial.

É uma disputa acirrada. Até o final do ano, a Match deverá escolher cerca de cem municípios, no Brasil todo, para oferecer às seleções como campo-base. Na prática, entrar nessa lista significa que, quando um agente Fifa vender pacotes de viagem na Europa, por exemplo, o turista escolherá uma dessas cidades. Ou seja, mesmo que nenhum time fique na cidade, o município poderá receber visitantes, se permitir deslocamento fácil às partidas. Só no Rio Grande do Sul, 30 municípios se credenciaram junto à Match e enviaram projetos.

Os principais critérios de avaliação pela empresa serão a capacidade da rede hoteleira, a facilidade de deslocamento para os jogos em Porto Alegre e a infraestrutura de treinos para as seleções. Na palestra com o executivo da Match, Paul Whelan, os representantes das cidades poderão questionar sobre as reais necessidades e discutir eventuais parcerias.

– Queremos capacitar as cidades gaúchas a correr na frente. O seminário serve para identificar as carências, para então nos organizarmos – disse o secretário estadual extraordinário da Copa 2014, Eduardo Antonini.

O evento, às 10h de hoje no hotel Deville, é promovido pelo governo estadual.

rodrigo.muzell@zerohora.com.br

RODRIGO MÜZELL | Editoria de Copa
O caminho para receber uma seleção
- Cerca de 30 cidades enviaram candidatura à Match Services, com informações sobre o número de leitos disponíveis na rede hoteleira, as instalações de treino e acessos ao município
- Até o fim do ano, a empresa ligada à Fifa definirá cerca de cem municípios no Brasil para serem campos-base para a Copa.
- Ao estar na lista, a cidade passa a ser oferecida às seleções que vão participar do Mundial e constar nos pacotes de viagem vendidos a turistas.
- Porém, só depois das Eliminatórias e do sorteio dos grupos, em 2013, as seleções começam a definir onde ficarão hospedadas. A palavra final é da confederação de futebol de cada país.

Questão ambiental ganha destaque nas empresas

Preocupação com impacto de processos produtivos sobre a natureza é tema de debate na Capital

É cada vez maior o apelo da sociedade para que as organizações incorporem padrões de sustentabilidade e responsabilidade corporativa. Para atender a essas exigências, no entanto, é preciso elaborar uma estratégia que leve em conta os fatores econômicos, sociais e ecológicos.

O embrião dessa mudança, que será tema de um colóquio promovido hoje pela Junior Achievement Brasil na Capital (veja quadro), ocorre no momento em que a empresa faz o levantamento dos impactos positivos e negativos provocados pelos processos do seu negócio. De acordo com Monique Dinato, gerente de conteúdo e metodologia da Junior Achievement Brasil e especialista em sustentabilidade, antes de implementar qualquer atividade nesse sentido, os dirigentes devem saber como estão sendo utilizados os recursos naturais e ter conhecimento de tudo o que, ao final do processo, pode virar poluição.

– A empresa deve começar a pensar no que pode economizar em termos de recursos naturais e no que pode ser evitado em termos de gasto de energia e água. Não há um caminho único para isso, pois negócios diferentes vão levar a diferentes respostas – salienta Monique.

Davis de Luna Tenório, diretor Presidente do Grupo Eco, empresa com gestão e princípios baseados na sustentabilidade, explica que a preocupação com a natureza afeta a competitividade. Segundo Tenório, o empreendedor que não estiver atento a essas questões pode perder não só clientes, mas também fornecedores e parceiros:

– Conservar o planeta, hoje, virou uma obrigação para qualquer negócio. A necessidade atual agrega valores sociais e ambientais aos negócios.

Dificuldade em lidar com tema é maior entre os pequenos

A tendência dos negócios sustentáveis atinge empresas de todos os portes. Mas, para as micro e pequenas, a aplicação dessas ações é um pouco mais complicada. Na avaliação de Danyela de Souza Pires, do setor Empreendedorismo e Inovação do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), isso se deve ao fato de os empreendimentos menores serem muito focados em sua sobrevivência.

– Sugiro que busquem informar-se sobre o assunto, porque, se forem preocupar-se com a questão depois de serem autuadas, podem até correr o risco de fechar – adverte Danyela.

Para Sérgio Esteves, diretor executivo da AMCE Negócios Sustentáveis, a preocupação com a redução dos efeitos sobre a natureza não deve ser tratada após as necessidades do negócio terem sido satisfeitas.

– Algumas empresas banalizam o tema e adotam soluções que não se efetivam – adverte Esteves.

MARIA AMÉLIA VARGAS
O evento
- O colóquio com Fábio Barbosa responderá a perguntas de David Randon (presidente da Randon), Eduardo Sirotsky Melzer (vice-presidente executivo do Grupo RBS), Marcelo Lyra (vice-presidente de relações institucionais da Braskem), José Paulo Martins (diretor do Instituto Gerdau) e Júlio Fonseca (diretor de gente da Oi)
- O evento ocorre hoje, às 8h30min, no Teatro do CIEE-RS (Rua D. Pedro II, 861). As Inscrições são gratuitas, feitas no local

Fase descobre como evitar a reincidência

Estímulo a estudo, apoio psicopedagógico e bolsa ajudam adolescentes egressos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) a reincidir menos do que outros ex-internos na instituição

Um programa iniciado há pouco mais de um ano na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) do Estado está derrubando os índices de reincidência dos jovens que deixam a instituição. Por meio de estímulo ao estudo, atendimento psicopedagógico e uma bolsa-auxílio, a proporção de egressos que voltam a cometer infrações caiu para menos de 10%, enquanto estimativas indicam que, em condições habituais, esse índice chega a ser quase oito vezes maior.

Dos primeiros 167 egressos da Fase que passaram pelo programa RS Socioeducativo, conforme monitoramento feito pela Secretaria Estadual da Justiça e do Desenvolvimento Social, apenas 16 reingressaram no estabelecimento por cometer alguma nova infração no período de um ano – o equivalente a 9,6%. Conforme a secretaria, entre os jovens que cumprem punição e voltam para a rua sem auxílio estatal, o índice costuma se aproximar de 80%. Deve-se levar em conta, porém, que essa taxa geral é baseada em uma estimativa e inclui casos ocorridos em um período superior a um ano.

Em resumo, quando um jovem sai da Fase após cumprir a medida de restrição de liberdade, ele passa a receber uma bolsa de R$ 220 para seguir estudando, realiza cursos profissionalizantes em instituições conveniadas e recebe apoio psicológico e pedagógico de uma equipe multidisciplinar. Durante um ano, é monitorado e apoiado para se desvencilhar de vez do crime.

– Só pelo fato de sair da comunidade onde vive muitas vezes pressionado pelo crime e ver que existem opções de vida, isso já faz uma grande diferença – afirma a pedagoga Tatiana Rocha, integrante de uma das equipes multidisciplinares de apoio.

Os primeiros resultados são considerados promissores pelo consultor em segurança pública e Direitos Humanos Marcos Rolim.

– Em vez de perdermos tempo discutindo o uso de tornozeleiras para presos, o que é uma bobagem, deveríamos estar discutindo a aplicação do mesmo tipo de projeto para o sistema prisional – avalia.

Para o especialista, as vantagens do programa lançado em março do ano passado incluem o foco na prevenção, já que hoje a reincidência no crime é um dos principais combustíveis da violência urbana no Brasil, e o baixo custo – enquanto um interno da Fase exige, em média, a aplicação de R$ 9 mil mensais, um egresso é atendido mediante um investimento de R$ 1,1 mil por mês.

Além de mudar de vida, a regeneração dos egressos também vem ajudando a mudar a Fase. Nos últimos dois anos, o número de internos caiu quase um quinto no Estado (veja quadro) – e a intenção é aumentar a abrangência. Até o final deste ano, a Secretaria da Justiça estima que entre 60% e 65% de todos os egressos da Fase passarão pelo sistema de auxílio. Na Capital, onde a participação é maior, ele já beneficia perto de 90% de todos os que recuperam a liberdade.

– Nossa intenção é alcançar praticamente todos os egressos até o final do ano que vem, quando devemos atingir a marca de 420 atendidos – afirma o secretário de Justiça e Desenvolvimento Social do Estado, Fernando Schüler.

Em Porto Alegre, os egressos realizam cursos no Centro de Educação Profissional São João Calábria e na Fundação Pão dos Pobres.

marcelo.gonzatto@zerohora.com.br
MARCELO GONZATTO
O que é o programa
O atendimento aos egressos da Fase possibilita que crianças, adolescentes e jovens entre 12 a 21 anos, ao saírem da Fase, passem por um processo de ressocialização a fim de garantir um meio de vida e evitar a recaída no crime:
- Benefícios: os egressos matriculados no ensino regular recebem meio salário mínimo regional pelo período de 12 meses, e encaminhamento para cursos de qualificação profissional e oportunidades no mercado de trabalho. Além disso, contam com acompanhamento por uma equipe multidisciplinar nas áreas de saúde e assistência social para ele e a família.
- Estrutura: é um dos quatro eixos de um programa mais abrangente da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social chamado RS Socioeducativo. Além do apoio a egressos, o programa investe em medidas como prestação de serviço à comunidade, em unidades de semiliberdade (onde apenas dormem) e na descentralização da Fase.

FONTE:ZH

30 de agosto de 2010

Documentário destaca cultura dos povos indígenas

Lançamento será terça-feira, na Usina do Gasômetro
Foto: Luciano Lanes / PMPA
Reunião prepara o lançamento do documentário

Reunião prepara o lançamento do documentário

O documentário sobre a cultura material dos povos indígenas Guarani e Caingangue que vivem na abrangência da Bacia Hidrográfica Lago Guaíba, em Porto Alegre, será lançado terça-feira, 31, às 19h, na Sala de Cinema P. F. Gastal do Centro Cultural Usina do Gasômetro.

A iniciativa é da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana (SMDHSU), por meio do Núcleo de Políticas Públicas para os Povos Indígenas (NPPPI). Após a exibição, haverá debate entre os indígenas, a empresa Ocuspocus Imagens, produtora do vídeo, e o NPPPI. O titular da pasta, Nereu D´Ávila, participa do evento.

De distribuição gratuita, o documentário servirá de suporte aos trabalhos da rede municipal de ensino e aos agentes públicos que atuam junto aos povos indígenas. A iniciativa tem como objetivo valorizar e proteger as formas de expressão cultural, tradições, usos, costumes e religiosidade desses coletivos no município.

Os modos de vida das etnias serão mostrados no documentário, por meio da divulgação da cultura material e da arte dos coletivos indígenas, permitindo que sejam conhecidas não só suas singularidades, mas também aquilo que compartilham umas com as outras e as distingue da sociedade não-indígena.

Sinopse do documentário:

- A mata é que mostra nossa comida
Francisco dos Santos, Erondina Vergueiro, Iracema Nascimento e João Padilha transmitem saberes, práticas, técnicas e grafismos que integram a arte das cestarias, colares e cerâmicas que produzem e os identificam como indígenas em Porto Alegre. Revelam seus conhecimentos aos parentes nos momentos de elaboração e troca, nos morros e nas feiras da cidade. Caminhando pelas matas, revelam-se as imagens de tudo aquilo que alimenta a cultura caingangue.

- Os seres da mata e sua vida como pessoas
“Essa câmera vai funcionar como um olho e o ouvido de todos, que vão estar escutando a fala dos meus avós”. Assim o jovem cacique Vherá Poty apresenta as imagens dos “bichinhos” e as narrativas mito-poéticas dos velhos em torno dos modos de criar, fazer e viver a cultura guarani, expressos na confecção de colares, no trançado das cestarias e na produção de esculturas em madeira dos seres da mata: onças, pássaros e outros “parentes”.


/direitoshumanos
FONTE:PMPA

Regulamento 2010 Harmonia

REGULAMENTO DO ACAMPAMENTO FARROUPILHA 2010

A COMISSÃO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE para a Semana Farroupilha 2010 no uso de suas atribuições, prevista pela Lei 7855/96 e conforme determina a Lei nº 10.428/08, aprova o regulamento do Acampamento da Semana Farroupilha de Porto Alegre.


Capítulo I

Da Comissão

Artigo 1. A Comissão Organizadora da Semana Farroupilha é composta por representantes das seguintes instituições:

· Prefeitura Municipal de Porto Alegre - PMPA;

· Secretaria Municipal da Cultura - SMC;

· Secretaria Municipal do Meio Ambiente - SMAM;

· Escritório de Turismo de Porto Alegre - ESTUR;

· Câmara Municipal de Porto Alegre - CMPA;

· Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore - IGTF;

· Movimento Tradicionalista Gaúcho - MTG;

· 1ª Região Tradicionalista do Rio Grande do Sul - 1ª RT;

· Brigada Militar - BM;

· Associação dos Piquetes do Estado do Rio Grande do Sul - APERGS.


Capítulo II

Da Secretaria Executiva

Artigo 2. A organização da Semana Farroupilha terá também uma secretaria executiva, formada por funcionários da Prefeitura de Porto Alegre, conforme estabelece a Lei 7855/96.


Capítulo III

Das Atividades Comerciais

Artigo 3. É expressamente proibido o comércio de qualquer produto pelos acampados para o público externo, exceto aos associados das entidades.

Artigo 4. A ocorrência de comércio dessa espécie caracteriza concorrência aos espaços comerciais regulamentados pela Comissão Municipal da Semana Farroupilha, de forma que o descumprimento dessa norma acarretará, consecutivamente:

I - Em advertência para regularizar-se no prazo de 24hs;

II - Após o prazo, multa de R$ 500,00;

III - Em caso de reincidência, a cada 24hs, nova multa de R$ 500,00.

§ único - Cabe recurso à Comissão Municipal da Semana Farroupilha, no prazo de regularização estipulado no inciso I.


Capítulo IV

Da Circulação de Veículos

Artigo 5. Não será permitida a circulação de veículos no interior do parque salvo no momento da montagem e desmontagem dos Galpões das entidades autorizadas e nos horários estipulados para carga e descarga do comércio e entidades acampadas.

I - Será livre o acesso de veículos no interior do Parque, enquanto as entidades estiverem montando seus galpões nas duas semanas anteriores ao inicio do Acampamento Farroupilha.

II - Não será permitido o trânsito de veículos no interior do Parque da Harmonia nos finais de semana e feriados durante o Acampamento Farroupilha.

III - O período de desmontagem dos galpões será de uma semana após o término do Acampamento Farroupilha, sendo que a entidade que não cumprir esta data, não poderá participar do Acampamento Farroupilha do ano seguinte.

IV - Será permitida a circulação de veículos somente para abastecimento do comércio, durante os dias de semana do Acampamento Farroupilha, respeitando o horário de abastecimento.

V - O horário de abastecimento do comércio será das 07 horas às 11 horas da manhã, de Segunda a Domingo.

Artigo 6. Não será permitida a permanência de veículos no parque e nenhum tipo de veículo poderá transitar ou pernoitar em área de acampamento. O não cumprimento do estabelecido acarretará em multa e guincho do veículo, conforme os dispositivos legais.

Artigo 7. Será autorizado o acesso ao acampamento de veículos oficiais, placa branca, desde que devidamente identificados e a trabalho.

Artigo 8. O controle e a distribuição de identificações dos veículos será responsabilidade da Secretaria Executiva.


Capítulo V

Das credenciais para veículos dos acampados

Artigo 9. Serão entregues 04 (quatro) credenciais para cada entidade acampada e 01 (uma) credencial para cada ponto comercial.

Artigo 10. As credenciais somente poderão ser utilizadas por veículos de passeio, devendo as mesmas serem anexadas no interior do veículo, junto ao para brisa, com o número da placa bem visível.

Artigo 11. As credenciais serão entregues pela Secretaria Executiva em período a ser estabelecido pela Comissão Municipal da Semana Farroupilha.

Artigo 12. As credenciais serão entregues somente para o responsável de cada entidade acampada, e o mesmo terá que fornecer na hora da retirada os números das placas dos veículos.


Capítulo VI

Da Rede Elétrica

Artigo 13. Será permitido apenas 1 (um) freezer e 1 (um) refrigerador por acampamento, não sendo tolerado o uso de equipamentos que consomem grandes quantidades de energia, tais como: rabo-quente, chapas, churrasqueiras elétricas, microondas, e etc.

Artigo 14. O fornecimento de energia elétrica está condicionado às seguintes condições:

I - As entidades acampadas terão que solicitar seu pedido de ligação de luz, na central de atendimento, que ficará no galpão central;

II - Poste instalado na parte externa do galpão com disjuntor bipolar com capacidade máxima de 15 amperes, dentro das normas da empresa contratada para o serviço elétrico;

III - Um fio com diâmetro de 10mm deve ser disponibilizado para o ramal de ligação;

IV - O uso de fiação nas instalações elétricas deve seguir as normas estabelecidas pelo PPCI e o Ministério Público Estadual;

V - A empresa contratada somente vai realizar a ligação, após vistoria de técnicos da DIP - Departamento de Iluminação Publica;

VI - O consumo de energia elétrica está limitado em 2 Kwh por acampamento. O excesso a esse limite será considerado infração, gerando multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) a cada fração de Kwh excedente;

Artigo 15. A entidade acampada que desrespeitar a norma de energia elétrica será notificada pela comissão ou subcomissão do acampamento, devendo regularizar-se no prazo de 24hs, sob pena de pagar multa de R$ 500,00 e, a cada 24hs, receber nova multa de R$ 500,00, até se regularizar.

§ único - Cabe recurso à Comissão Municipal da Semana Farroupilha, no prazo de regularização que é de 24hs, da primeira multa.


Capítulo VII

Do Desfile Farroupilha

Artigo 16. O Desfile será realizado no dia 20 de setembro de cada ano, conforme Cronograma a ser estabelecido pela Comissão Estadual da Semana Farroupilha nomeada.


Capítulo VIII

Da Publicidade

Artigo 17. Cada entidade acampada somente poderá afixar na parte externa do galpão um (01) banner medindo 0,80 x 1,20 m, contendo o nome da entidade e de seu possível apoiador cultural.

Artigo 18. Fica expressamente proibida a colocação de qualquer propaganda ao ar livre, como letreiros, painéis luminosos ou iluminados, tabuletas, out-door, faixas e postes toponímicos no exterior dos galpões, podendo afixar tais publicidades somente nas paredes internas dos estabelecimentos.

Artigo 19. É proibido o uso de volantes de distribuição ou qualquer outro meio distribuição e propaganda no interior do Parque da Harmonia sem a autorização da Comissão Municipal da Semana Farroupilha.

Artigo 20. O descumprimento de qualquer um dos artigos deste capítulo acarretará em:

I - Em advertência, para regularizar-se no prazo de 24hs;

II - Após o prazo, multa de R$ 500,00;

III - Em caso de reincidência, a cada 24hs, nova multa de R$ 500,00.

IV - Exclusão da entidade do evento, se assim for o entendimento da Comissão;

§ único - Cabe recurso à Comissão Municipal da Semana Farroupilha, no prazo de regularização estipulado no inciso I.


Capítulo IX

Projetos Culturais

Artigo 21. O desenvolvimento dos projetos apresentados na inscrição serão avaliados pela Comissão Municipal da Semana Farroupilha através de uma subcomissão especialmente formada para este fim. Classificando para a premiação e também para o cumprimento de tal tarefa.

Capítulo X

Da emissão e imissão de ruídos e vibrações

Artigo 22. É proibida a utilização de equipamentos sonoros amplificados ou qualquer equipamento que prejudique aos demais acampados após os horários estabelecidos:
I - Segunda-feira à quinta até as 24 horas;

II - Sextas-feiras, Sábados e Domingos até às 02 horas.

Artigo 23. Os eventos com música deverão atender ao previsto no decreto 8185/83 art. 1º e 3º, inciso X. O infrator será notificado pela equipe de fiscalização da SMAM e BRIGADA MILITAR.


Capítulo XI

Do local de Acampamento

Artigo 24. No momento da confirmação do lote o responsável receberá o ALVARÁ DE CONCESSÃO PARA ACAMPAMENTO no Parque da Harmonia, na Semana Farroupilha, que deverá ser afixado na parede do galpão de cada entidade, bem visível, para o caso de alguma fiscalização, e as (4) quatro credenciais de estacionamento a que tem direito.

Artigo 25. Não será autorizado lote para quem tiver passivo ambiental com a SMAM;

Artigo 26. Durante o Acampamento, cada entidade é responsável pela área em que estabeleceu seu galpão; assim, todos os atos irregulares cometidos nessa área, ou por componentes, ou por visitantes da entidade, são de responsabilidade desta.

Artigo 27. É proibido a entidade inscrita no Acampamento Farroupilha sublocar ou transferir o espaço cedido para construção de seu galpão;

Parágrafo Único - serão penalizados tanto a entidade que fizer a transferência quanto o que sublocar os espaços cedidos para construção de seu galpão.

Artigo 28. No momento da ocupação do espaço, o responsável deverá vistoriar o local, reportando-se por escrito à Comissão Municipal da Semana Farroupilha que estará no Galpão Central do Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, caso constate alguma anormalidade. Caso não o faça, será responsabilizado por qualquer irregularidade constatada após o término do evento;

Artigo 29. No transcorrer do acampamento, cada entidade deverá manter a área limpa, e ao seu término, todos os elementos ou sinais de utilização (madeira, buraco e restos de materiais) devem ser retirados; a área será vistoriada por membros da Comissão Municipal da Semana Farroupilha, que emitirá o seu parecer no Alvará de Concessão de Acampamento, que será exigido no ano posterior para realização da inscrição.

Artigo 30. Ao entregar o lote o mesmo deverá estar limpo e livre de escombros e lenhas;

Artigo 31. Por questão de segurança não será permitido o uso de lonas nos acampamentos, salvo para o comércio e desde que seja com lonas não-inflamáveis e devidamente aprovadas pelo PPCI.


Capítulo XI

Das Disposições Gerais

Artigo 32. Proibida qualquer intervenção em vegetal sem autorização da SMAM;

Artigo 33. Não será permitida a circulação de cavalos nas áreas do acampamento, com exceção dos animais da Brigada Militar;

Artigo 34. É vedada a circulação de cavalos no interior do parque.

Parágrafo Único - É permitida a circulação de cavalos na área da campeira.

Artigo 35. É expressamente proibido amarrar cavalos a árvores, conforme Lei 65/81. Decreto 81/86. Caso ocorra, a entidade será responsabilizada pelos danos, sob pena da perda imediata do direito de acampar.

Artigo 36. A obrigação pela guarda da Chama Crioula é das entidades acampadas e constará no documento de inscrição a ser entregue pela Comissão Municipal da Semana Farroupilha.

Parágrafo 1º - Em caso de não cumprimento da ronda, cada entidade acampada receberá multa de R$ 500,00.

Parágrafo 2º - Caberá ao MTG, APERGS e 1ª. RT organizar e cobrar de seus associados.

Parágrafo 3º - Os acampados que não possuírem filiação junto às entidades acima ficarão sobre a responsabilidade da Comissão Municipal da Semana Farroupilha e incorrerão na mesma penalidade do parágrafo 1º.

Artigo 38. As entidades que foram notificadas por infração ao regulamento no ano anterior só receberão ALVARÁ para a participação no evento do corrente ano mediante a comprovação de quitação das multas previstas pelo referido regulamento.

Artigo 39. A Comissão Municipal da Semana Farroupilha, avaliado caso a caso, responsabilizará a entidade acampada que desrespeitar o presente regulamento com as penalidades de: advertência, multa, suspensão temporária do direito de acampar ou até mesmo a proibição definitiva do direito de acampar, podendo estas ser aplicadas juntas ou alternadamente, facultada a defesa prévia e respeitando o direito a ampla defesa.



Comissão Municipal da Semana Farroupilha.

Porto Alegre, agosto de 2010.

Relação das entidades acampadas em 2010

FONTE;SITE PMPA

Teatro de Câmara Túlio Piva


Criado em 1970, o Teatro de Câmara foi o primeiro sob responsabilidade da Administração Municipal. Utilizando um antigo depósito de automóveis, a proposta era que seu uso durasse cerca de cinco anos, tendo em vista que, originalmente, o Plano Diretor da cidade previa a passagem de uma avenida pelo local.

Alterado o plano, o teatro ali permaneceu, foi reformado e reinaugurado em 1999, com a nova denominação: Teatro de Câmara Túlio Piva, em homenagem ao violonista, um dos maiores compositores de MPB do Sul do País. Ganhou mais um camarim, totalizando três, e sua cabine de operação técnica foi ampliada na capacidade de iluminação. Com área de 750m², possui palco italiano (com frente curva) e platéia para 215 lugares.

A última reforma ocorreu entre novembro de 2005 e fevereiro de 2006. A reinauguração foi realizada em março de 2006. Entre as novidades na infra-estrutura do teatro estão a construção de banheiros adaptados para pessoas portadoras de deficiência física, uma rampa de acesso junto ao acesso principal e instalação de três postes com luminárias iguais às existentes, melhorando a iluminação da parte externa. Também foram trocados o assoalho do palco e todo o carpete que reveste o piso da platéia. O forro, tanto do Foyer quanto da platéia, foi recuperado, e a fachada, assim como a parte interna, foi repintada. Finalizando a obra, foi feita a reforma do sistema de varas de sustentação da iluminação cênica, totalizando um investimento de R$ 82.901,48.

Centro Cultural Túlio Piva

Um show-tributo a Túlio Piva e uma exposição permanente de seu violão e objetos pessoais marcaram no dia 14 de junho a criação do Centro Cultural Túlio Piva. Além de abrigar palestras e seminários nas manhãs e tardes, shows e peças de teatro durante toda a semana, também estarão expostos à visitação pública naquele espaço objetos pessoais, pertences e originais da obra deste grande violonista gaúcho. Falecido em 1993, Túlio Piva deixou uma obra que inclui mais de 300 canções, registradas em cerca de dez discos assinados pelo próprio artista, além de participações em várias dezenas de outros projetos.

O Centro Cultural Túlio Piva já sedia seminários como o curso Formação Histórica da Cultura Ocidental - Momentos Decisivos, ministrado pelo historiador e professor Voltaire Schilling sempre às segundas-feiras, ou a série de conferências A Condição Humana - a literatura como invenção e representação do homem ocidental, com vários palestrantes internacionais, sempre aos sábados pela manhã. Além da programação noturna normal, em geral dedicada ao teatro, dança e música, estão programados eventos fixos musicais para públicos variados, da música clássica ao pop contemporâneo a serem divulgados neste site.

O Teatro de Câmara Túlio Piva está localizado na Rua da República, 575 - Cidade Baixa - CEP 90050-321 - Telefone: 3289.8093.

Solar da Travessa Paraíso


O prédio da Travessa Paraíso, em arquitetura colonial, foi construído por volta do ano de 1820 numa grande área que abrangia o que hoje é o Morro Santa Teresa. Pouco a pouco, as terras foram loteadas em função do crescimento dos bairros Menino Deus, Santa Teresa e Cristal. A partir de 1930, o Solar foi dividido para abrigar várias famílias, sendo que de 1970 aos anos 90 o prédio ficou abandonado.

Foi reconhecido como sítio arqueológico em 1994, e a Prefeitura de Porto Alegre tomou posse do imóvel. Sua reinauguração ocorreu em 2000, após alguns anos de restauração.

Atualmente a sede do festival internacional de teatro Porto Alegre Em Cena está no Solar Paraíso, localizado na Travessa Paraíso, 71, Bairro Santa Tereza - CEP 90850-190 - Telefones: (051) 3235.2995 e (051) 3232.1652


Museu Joaquim Felizardo

O Museu de Porto Alegre foi criado em 1979, a partir da ideia dos historiadores Nilo Ruschel e Walter Spalding. A Prefeitura de Porto Alegre adquiriu o Solar Lopo Gonçalves, localizado da Rua João Alfredo, uma edificação construída em meados do século 19 pelo comerciante que lhe empresta o nome, especialmente para abrigar o novo museu.

Em 1993, o Museu de Porto Alegre passou a chamar-se Joaquim Felizardo, em homenagem ao historiador porto-alegrense, criador e primeiro titular da Secretaria Municipal da Cultura.

Obras de referência sobre a história do Município fazem parte do Museu, assim como a fototeca Sioma Breitman - que abriga importantes documentos fotográficos de profissionais porto-alegrenses a partir do século 19.

Também foi inaugurada em dezembro uma nova exposição de longa duração, dedicada ao desenvolvimento urbanístico da capital, intitulada Porto Alegre de Montaury a Loureiro, contando e mostrando as principais modernizações implantandas pelos diferentes intendentes e prefeitos ao longo da história.

O Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo passou por ampla reforma e foi reaberto oficialmente no dia 17 de dezembro de 2007. Além do saneamento infra-estrutural, a reforma inclui a reconstituição do pátio interno da construção, fiel à sua concepção original, bem como reformulação da circulação interna, racionalizando o roteiro para os visitantes.

Paralelamente foi encaminhada uma ampla recuperação e digitalização de seu acervo fotográfico. Cerca de seis mil fotos (de um total de 40 mil) já podem ser consultadas por computador pelo público em geral. O acervo foi enriquecido pelo reconhecimento do valor histórico de fotos que não estavam devidamente indexadas nos arquivos do próprio museu, como a coleção Eva Schmid, bem como pelo recebimento de novas e importantes doações, como a da condessa Gisela Bastian Pinto Ribeiro, um lote de 108 fotografias inéditas, tiradas na capital gaúcha nos anos 30.

Leia Mais sobre a doação da coleção Bastian Pinto Ribeiro

Leia Mais sobre a doação da coleção Schmid

Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo
Rua João Alfredo, 582 - Cidade Baixa - CEP 90050-230
Telefones: 3228-2788 e 3221-2825
E-mail: museu@smc.prefpoa.com.br

Funcionamento
Horário de atendimento: de terças a sextas: das 9h às 11h30 e das 14h00 às 17h30, sábados e domingos das 13h30 às 17h30

Memorial do Mercado Público Central




Equipamento vinculado à Coordenação da Memória da SMC da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Inaugurado em 1999, o Memorial do Mercado Público Central propõem-se a preservar e divulgar a história do Mercado Público Central à população porto-alegrense e aos visitantes de outras localidades. Promove exposições temáticas e ações educativas direcionadas ao público escolar da capital e Grande Porto Alegre.

Exposições temáticas: História do Mercado e Em Torno do Mercado
Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h e sábados das 10h às 16h.

Ações educativas: À Procura do Sapo Amarelo e "Vozes do Mercado"
Ocorrem no Mercado Público Central de Porto Alegre semanalmente durante o período letivo. Agendamento prévio com a equipe do Memorial pelo telefone (51) 3225-0793.

Memorial do Mercado
Mercado Público Central, 2° pavimento - sala 38
Largo Glênio Peres, s/n°
Porto Alegre / Rio Grande do Sul / Brasil
CEP 90020-021
Telefone: (51) 3225-0793
memorial@smc.prefpoa.com.br

O Mercado Público de Porto Alegre, inaugurado em 1869, é um museu vivo, cenário desencadeador de múltiplas memórias além de ser um ambiente de intensas trocas comerciais.

O Memorial do Mercado também é um espaço cultural concebido a partir do projeto de restauração do prédio, e aberto a visitação desde 1999. Realiza exposições de longa e curta duração, possuindo um banco de imagens digitalizadas para consulta. Enquanto centro de referência, o Memorial cumpre a tarefa de registro da documentação sobre a história do Mercado: fotos, mapas, plantas e documentos sobre a execução da obra de restauro.



Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues

No início dos anos 70, o Governo Federal implantou o Projeto Renascença, que recuperava áreas deterioradas na região central de grandes capitais. Porto Alegre investiu aqueles recursos área entre os bairros Cidade Baixa e Menino Deus, conhecida como Ilhota.

Nesse espaço, foi idealizada uma Escola de Criatividade que, com algumas alterações, passou a constituir o Centro Municipal de Cultura. Sua criação foi oficializada em 1978 pelo então prefeito Guilherme Vilella. Abrangendo uma área construída de 3.636,32m², o espaço foi projetado pelos arquitetos Edgar do Valle e Sérgio Matte.
Faziam parte do CMC Atelier Livre, Sala Álvaro Moreyra, Biblioteca Pública Municipal, Teatro Renascença e Saguão de Exposições.

A então Divisão Cultural da Secretaria Municipal da Educação era dirigida por Luiz Osvaldo Leite. O novo equipamento, sob a chefia do professor Luiz Antônio Assis Brasil, uniria em um só lugar o Atelier Livre (com Danúbio Gonçalves na coordenação de Artes Plásticas), a Biblioteca Municipal (posteriormente batizada em homenagem ao escritor Josué Guimarães e coordenada por Zélia Córdoba Espírito Santo), acrescentando aos espaços de espetáculo da cidade o Teatro Renascença e a Sala Álvaro Moreyra (com Ivo Bender na coordenação de Artes Cênicas). No dia 16 de dezembro de 2008 foram comemorarados os 30 anos do local. Além das personalidades acima mencionadas, também foi homenageado o funcionário Nelcindo da Rosa, o colaborador de mais longa permanência no CMC.

O CMC passaria a homenagear Lupicínio Rodrigues em 1986, durante o governo de Alceu Collares, quando foi criada a Secretaria Municipal da Cultura, tendo como primeiro secretário o professor Joaquim Felizardo. Ao contrário do que muitos supõem, o nome Renascença, como é chamado o teatro e, para muitas pessoas, o próprio CMC, não faz referência ao período histórico que se sucede à Idade Média. Renascença homenageia o programa homônimo do Governo Federal na metade dos anos 70, que possibilitou a construção desse espaço cultural.

Desde 2008, reformas no valor de R$ 1,136 milhão renovam o Centro Municipal de Cultura. A primeira fase terminou em dezembro de 2008, com a completa mudança do telhado (foto aérea ao lado), a segunda repintou todo o prédio, trocou sua iluminação e proveu seis câmaras, operadas pela Guarda Municipal, de modo a impedir futuras pichações. A primeira parte dessa renovação iniciou em 2006, com o completo cercamento do CMC, ao custo de R$ 100 mil.

A terceira e última fase inclui a completa troca da instalação elétrica. A licitação editada em dezembro de 2008 para a parte elétrica precisou ser refeita, em função do aumento extraordinário na cotação do cobre, motivado pela crise econômica internacional. Com a súbita elevação desse custo, as empresas candidatas à licitação se retiraram, uma vez que os valores iniciais previstos não mais correspondiam aos preços de mercado do metal.

Desde fim dos anos 70 o teto apresentava problemas estruturais, com goteiras em vários setores, incluindo a biblioteca. Chovia dentro do saguão, da biblioteca, nas salas do Atelier Livre e em diversas outras partes. Isso provocou outros problemas, atingindo a fiação elétrica. A estrutura de madeira foi substituída por uma de ferro, com alteração de telhas e calhas. O custo foi de R$ 553 mil.

A reforma elétrica foi reorçada (o valor inicial era R$ 450 mil, mas precisou ser revisto em razão de alterações fortes no valor internacional do metal) e a licitação deve ser reapresentada em maio, junto com a pintura externa. Há mais de 10 anos as paredes do CMC estavam pichadas e o cercamento só aconteceu em 2005. Para proteger a nova pintura, seis câmeras de vigilância serão instaladas com monitoramento da Guarda Municipal dentro do prédio, tal como já acontece na Usina do Gasômetro, que teve 30 câmeras instaladas em outubro.

No centro, funcionam a Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, o Atelier Livre, a Sala Álvaro Moreyra, o Teatro Renascença e a livraria Ilhota Livros (Veja abaixo). No dia 16 de dezembro houve solenidade em comemoração aos 30 anos do espaço, completados em 11 de novembro.

Obras

A) Cercamento (2006)
Custo: R$ 100 mil

1) Troca do telhado
Prazo: final de dezembro
Custo: R$ 553,21 mil

2) Reforma da fachada - pintura - câmeras
Prazo: março
Custo: R$ 133,02 mil

3) Reforma elétrica
Prazo: maio
Custo: a ser revisto - a previsão anterior era de R$ 450 mil

Total (sem revisão): R$ 1.236,23 mil

Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre
Planeja e organiza cursos de artes plásticas na área de Desenho, Escultura, Cerâmica, Gravura e Pintura, em níveis de Introdução, Intermediário e Projetos Especiais, atendendo nos turnos da manhã, tarde e noite.

Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães
Com um acervo superior a 38 mil títulos, oferece atendimento ao público de segunda a sábado, numa média mensal de três mil leitores. Também possui um setor de periódicos.

Sala Álvaro Moreyra
Espaço para atividades múltiplas, no qual se realizam conferências, seminários, palestras, cursos, ballet, audiovisuais e peças teatrais. Platéia com 110 cadeiras e área de 172m², sendo 12,3m de largura; 6,5m de altura e 7,5m de profundidade. Depósito de móveis, vestiários, cabine de som e luz.

Teatro Renascença
Palco italiano com área de 14,85m² por 10,50m²; área constituída de 1.134m²; quatro camarins; sistema próprio de iluminação e som; ar-condicionado, refletores, bilheteria, "foyer" e uma platéia com 300 lugares em dimensões de palco e platéia.

Centro Municipal de Cultura
Av. Erico Verissimo, 307 - CEP 90160-181
Equipe de Programação e Eventos
Fones: 3289.8050 e 3289.8052

Usina do Gasômetro

Gestação Cultural Usina das Artes:

A iniciativa está gerando, desde março de 2005 espaço de referência fixo para dezesseis Companhias de Teatro e Dança e para dez outras Companhias convidadas. Estão sendo criadas quatro oficinas permanentes voltadas ao espetáculo: luz, cenografia, figurino e produção. O conjunto das oficinas funciona como base de produção para um espetáculo por cada mês. A previsão da organização é que ao final do projeto, um público de 70 mil pessoas tenha assistido aos espetáculos.

Espaços

Administrada pela Prefeitura, conta com espaços para exposições no térreo, como a Galeria Iberê Camargo e a Galeria dos Arcos, esta última exclusiva para mostras fotográficas. No segundo andar está a Sala Elis Regina, com 745m², que a partir de janeiro de 2008 será transformada num verdadeiro teatro a homenagear uma das maiores de todas as cantoras brasileiras.

Leia Mais sobre o futuro Teatro Elis Regina

A primeira sala de cinema municipal, a Sala P. F. Gastal, está no terceiro andar. Com capacidade de 118 lugares em 292m², homenageia o jornalista e crítico de cinema gaúcho Paulo Fontoura Gastal.

O térreo conta ainda com recepção, saguão utilizado para eventos, exposições e feiras, loja, Usina do Papel (espaço utilizado para reciclar papel e realizar oficinas) e Memorial da Usina.

O segundo andar possui espaço para grandes eventos, feiras e exposições, além de bar e terraço. Com palco para eventos, seminários e conferências, a Sala Julieta Battistioli (em homenagem à primeira vereadora de Porto Alegre) possui capacidade para 250 pessoas.

No terceiro andar está a TV Usina-Vídeo Wall, com nove monitores e programação mensal de vídeo, além das coordenações de Cinema, Vídeo e Fotografia, Nativismo e Tradicionalismo. O Programa Nacional de Incentivo à Leitura/Região Metropolitana de Porto Alegre (Proler/RMPA) também conta com espaço neste pavimento. O quarto andar tem uma área de 403m² para exposições e terraço com vista para o Guaíba e para o Centro da cidade.

O quinto andar possui uma sala para ensaios e duas salas multiuso com capacidade para 40 lugares. Lá está ainda a Galeria Lunara, inaugurada em 26 de junho de 2001 e que homenageia um dos pioneiros da fotografia local, Luís Nascimento Ramos, o Lunara. Em suas fotos, ele fez registros memoráveis da cidade, nas primeiras décadas do século XX. Na sala 503 está um acervo climatizado de filmes e vídeos da SMC, sob a responsabilidade da Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia.

A área do sexto andar é utilizada pela Direção, Núcleo de Serviços Gerais e pelas coordenações do Carnaval, da Descentralização, das Manifestações Populares, Setor de Mostras, equipe do Acervo Artístico e Conselho Municipal de Cultura. A Usina apresenta ainda um espaço externo privilegiado, com amplo estacionamento, local para shows e o Bar Chaminé Usina.

História

No dia 11 de novembro de 1928, era inaugurada uma das primeiras edificações em concreto armado do Estado, projetada para gerar energia elétrica à base de carvão mineral para Porto Alegre. Em novembro de 2008, a Usina do Gasômetro completa 80 anos e se caracteriza como um dos principais centros culturais da capital gaúcha.

A Usina forneceu energia elétrica à base de carvão mineral para Porto Alegre de 1928 a 1974, quando foi desativada. Sua importância histórica é inegável, sendo palco da industrialização ainda incipiente no Brasil. O projeto veio da Inglaterra, assim como todas as máquinas e materiais.

Sua edificação aconteceu na chamada Praia do Arsenal e, próximo a ela, na antiga Rua Pantaleão Telles - atual Washington Luiz -, havia outra edificação desde 1874: a Usina de Gás, o Gasômetro. Popularmente, o perímetro entre as ruas Pantaleão e General Salustiano era chamado de "volta do Gasômetro", eis o porquê do prédio receber esta denominação.

A famosa chaminé foi construída em 1937, devido às reclamações dos moradores pela nuvem de fuligem provocada com a queima do carvão. A mobilização da sociedade impediu sua demolição, que visava à passagem de uma avenida pelo local. Em 1989, a Prefeitura indicou o prédio como Espaço Cultural do Trabalho e, a partir de 1991, seus 18.000m² de área total foram abertos à população.

A Usina passou por amplas reformas internas e externas, incluindo repintura de seu exterior e reparos infra-estruturais no ano de 2007 e está pronta para uma intensa programação nas comemorações de seus 80 anos.

Leia Mais sobre a pintura da Usina

Centro Cultural Usina do Gasômetro
Av. Presidente João Goulart, 551
Centro - CEP 90010-120
Porto Alegre / RS
Telefone: (51) 3289.8100
E-mail: usina@smc.prefpoa.com.br

Casa Firmino Torelly

Firmino Torelly adquiriu a casa da Avenida Independência em 1908. Estava situada em um dos pontos mais requintados da cidade, procurado pelas famílias da burguesia industrial e comercial da época.

O imóvel foi tombado em 1987 pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre como Patrimônio Histórico e Cultural. O projeto de restauração da Casa Firmino Torelly ficou sob responsabilidade da Equipe de Patrimônio Histórico e Cultural (Epahc) da Secretaria Municipal da Cultura (SMC). Completamente restaurada, passou a abrigar, a partir de 17 de agosto de 1993, parte da área administrativa da SMC.

A Casa Firmino Torelly está localizada na Avenida Independência, 453 - CEP 90035-075 - Telefone: 3289-8000.

Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho

O Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho reúne, preserva e divulga cerca de um milhão de documentos que constituem a mais importante fonte de pesquisa sobre a cidade. Sob sua guarda estão documentos datados de 1764, que registram a formação de Porto Alegre, jornais e revistas que relatam seu cotidiano, além de relatórios, projetos, mapas, plantas e correspondências que mostram a política das administrações municipais.

O acervo documental e a biblioteca especializada na história de Porto Alegre são abertos a pesquisadores, estudantes e comunidade em geral. No Arquivo, também se desenvolvem atividades educativas com o objetivo de construir o conhecimento sobre a cidade e despertar a consciência para a necessidade de preservação do patrimônio documental.

O conjunto de casas do Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho foi restaurado pela Prefeitura. São duas construções residenciais do final do século 19, sedes de uma antiga chácara, no eixo a partir do qual se formou o Bairro Partenon. A partir de 1929, tornaram-se prédios escolares e instalaram-se ali instituições de ensino, entre elas a Escola Apelles Porto Alegre.

Em 1994, a primeira fase das obras de restauração e reciclagem foi concluída, com a entrega de uma das casas, destinada especialmente a abrigar o acervo do Arquivo Histórico. A construção de um anexo para abrigar documentos foi finalizada em 1999, e em 2002 foi concluída a restauração da segunda casa, transformada em Centro Cultural, com sala de exposições e auditório que podem ser utilizados pela comunidade.

O Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho recebeu este nome em 1989, por indicação da Câmara Municipal, em homenagem ao escritor e historiador gaúcho.

Arquivo Histórico de Porto Alegre Moysés Vellinho
Avenida Bento Gonçalves, 1129
arquivohistorico@smc.prefpoa.com.br
Fones: 3219.7900 e 3289.8088

Cine Theatro Capitólio

Após dois anos de reformas, foi entregue no dia 21 de novembro de 2006 o prédio do Cine Theatro Capitólio, inaugurado originalmente em 1928. A entrega foi marcada por uma cerimônia informal que contou com a presença de representantes da Prefeitura de Porto Alegre, da Fundacine e da Associação dos Amigos do Cinema Capitólio - AMICA, que firmaram uma parceria para a restaurar a edificação.

A concretização da transformação do local, cujas obras tiveram início em 2004, ainda não tem previsão de término e atualmente depende de patrocínio para arrecadar R$ 1,7 milhão (valores de 2007), verba necessária para a compra de equipamentos indispensáveis à reabertura para utilização pública. Até o momento, foram gastos R$ 4,1 milhões no projeto, obtidos através do patrocínio da Petrobrás.

O interior do Cine Theatro Capitólio contará com uma sala principal de exibição, com lotação de 188 lugares, cinco salas para exibição de recursos multimídia com espaço para pesquisa, café, lojas e salas de exposição. Reinaugurado com o nome de Cinemateca Capitólio, o prédio vai armazenar a memória audiovisual do Rio Grande do Sul.

Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães - Ramal 1 Restinga

Surgido a partir da década de 60, o bairro Restinga abriga hoje 10% da população de Porto Alegre e possui uma intensa movimentação cultural própria. A Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães Ramal 1 Restinga foi inaugurada em novembro de 2001 em uma das salas do Centro Administrativo Regional do bairro, próximo ao Centro Comunitário da Restinga - Cecores.

A missão diária da Biblioteca é possibilitar o acesso ao livro, ao conhecimento e ao lazer para seus leitores, inserindo-se nesse rico contexto cultural da região, seja através de seus serviços e atividades ou da participação em eventos e iniciativas da própria comunidade.

Acervo:

O acervo é constituído por sete mil volumes e dividido em:
-Obras de referência: enciclopédias e dicionários;
-Obras gerais: literatura e outros de interesse geral;
-Periódicos: jornais, revistas e gibis;
-Livros infantis e infanto-juvenis.

Serviços:

Consulta local: disponível ao público em geral, de forma autônoma ou com orientação dos funcionários da Biblioteca;

Empréstimo de obras: disponível aos sócios da Biblioteca que podem retirar 05 livros por 15 dias, renováveis três vezes pelo mesmo período (desde que não haja solicitação das obras); revistas e gibis por até 08 dias renováveis até três vezes pelo mesmo tempo (desde que as obras não sejam solicitadas);

Hemeroteca: Recortes e encartes de jornais disponíveis para pesquisa local;

Atividades infantis: diariamente a Biblioteca disponibiliza às crianças passatempos educacionais e material para desenho e pintura, como giz de cera, lápis colorido e papel;

Pegue e Leve: a Biblioteca coloca para doação à comunidade em uma caixa junto ao atendimento todo o tipo de obra que não será aproveitada para seu acervo.

Atividades de Promoção da Leitura:

Feira de Troca de Livros: a Biblioteca realiza duas feiras de troca de livros, revistas e gibis na Restinga, além de participar anualmente da Feira de Troca de Livros de Porto Alegre. Nesses eventos os leitores podem trocar seus livros já lidos por outros, renovando sua leitura sem nenhum custo;

Cursos e oficinas: eventualmente são realizadas oficinas e cursos como os de histórias em quadrinhos, de confecção de brinquedos com sucata e de contação de histórias;

Hora-do-conto, saraus e apresentações teatrais: realizados pelos próprios leitores ou por artistas convidados;

Semana da Restinga: a Biblioteca participa anualmente do aniversário de fundação do bairro, que acontece no mês de novembro, reunindo várias entidades locais em atividades culturais, artísticas, esportivas, de saúde etc. Na Semana da Restinga, a Biblioteca também divulga seus serviços oferecidos à comunidade, realiza feira de troca de livros, revistas e gibis e participa de atividades de ação comunitária, entre outras.

Como se tornar sócio?

Basta apresentar os seguintes documentos:
-Duas fotos (3x4 ou 2x2) ou xerox das mesmas;
-Carteira de identidade ou certidão de nascimento;
-Comprovante de residência (conta de água, ou luz, ou telefone, ou correspondência recebida);
-OPCIONAL: doação de livro, revista ou gibi em bom estado de conservação.

Horário de funcionamento:
De segunda a sexta-feira, das 10h às 12 horas e das 13h30min às 17 horas.
Endereço:
Centro Administrativo Regional da Restinga (CAR-Restinga).
Rua Antônio Rocha Meirelles Leite, nº 50 - Bairro Restinga Nova, CEP: 91790-150
Telefone: (51) 3245.1334

EQUIPAMENTOS CULTURAIS DE PORTO ALEGRE

Auditório Araujo Vianna

Aprovação de Estudo de Viabilidade Urbanística autoriza início da reforma do Auditório Araújo Vianna



1. Atualidade
2. Histórico
3. A Cobertura
4. A Terceira Vida do Araujo Vianna
5. Capacidade

As reformas do novo auditório Araújo Vianna devem começar um novo estágio em agosto. O isolamento do local já está pronto e foi realizada completa limpeza do local e preparação do canteiro de obras. O novo Araújo Vianna terá 3.024 lugares, novo palco e bar, novos camarins e reforma de todas as demais dependências, além de reurbanização de seu entorno. Aprovados os Estudos de Viabilidade Urbanística (EVU) e de impacto ambiental, a licença para o início das obras foi expedida no dia 17 de março. O prazo para conclusão da obra é de 18 meses.

O EVU analisa o impacto ambiental, viário e a conformidade de um projeto arquitetônico com o Plano Diretor da cidade e com as normas de preservação, visto que o Araújo Vianna é tombado como patrimônio histórico-cultural. Dez secretarias envolvidas no processo trabalharam simultaneamente para aprová-lo, sob a coordenação de uma equipe designada pelo prefeito.

O projeto já havia sido apresentado à imprensa no dia 12 de março. A obra que dotará o espaço com novo telhado fixo, climatização, bar, poltronas de teatro e completa reestruturação de palco, camarins, toilletes e demais dependências custará R$ 10 milhões e deve estar pronta em meados de 2010.

As informações sobre os custos e prazos da obra são do arquiteto Moacyr Moojen Marques (autor do auditório, que é patrimônio histórico de Porto Alegre) e do empresário Carlos Konrath, um dos proprietários da Opus Promoções, que venceu a licitação pública para recuperar o espaço.

Carlos Konrath afirmou que os preços praticados por espetáculos da Opus no auditório serão populares. "Não posso oferecer agora valores, pois cada show depende do artista ou grupo em questão. Note que no caso de artistas estrangeiros o mercado é ainda mais variável", explicou. Konrath garantiu que os preços praticados em Porto Alegre serão significativamente mais acessíveis que os verificados em outras grandes capitais brasileiras.

O secretário Sergius frisou que a programação da SMC para os 91 dias anuais que lhe caberão durante os dez anos em que a secretaria dividirá a administração do espaço com a Opus vai qualificar a realização de eventos de formação cultural como o Festival de Inverno, o Porto Alegre Em Cena e o 24Horas de Cultura, entre outros. "Nossos preços populares atraem públicos muito maiores que a maioria dos teatros da cidade consegue abrigar. Eventos como o República do Rock poderão agora contar com um festival, sem falar nas possibilidades da Banda Municipal, dos corais, orquestras da cidade e mega-eventos como o Acampamento Farroupilha. Mesmo palestrantes de peso atraem mais público do que a capacidade normal dos espaços por aqui", detalhou.

A divisão do calendário entre a SMC e a Opus será eqüânime no que diz respeito à utilização de fins-de-semana e feriados durante os próximos dez anos de gestão compartilhada. A secretaria ficará com 91 dias (25%) e a Opus com 274 dias (75%). As melhorias no auditório também incluem reforma nas instalações da Coordenação de Música, da Banda Municipal, do estúdio e da Sala Radamés Gnattali (que passará a ser de multi-uso), que continuarão no local e 100% controladas pela secretaria. O telhado será de material sintético (compostos do tipo poliuretano) na cor branca na parte externa e madeira no lado interno, com tratamento acústico nas duas faces.

Impacto Viário - Moacyr Moojem Marques alertou que questões como o impacto de automóveis sobre a região quando o auditório voltar a funcionar estão sendo estudadas. O secretário Sergius afirmou ter recebido autorização do prefeito Fogaça para começar consultas no sentido de viabilizar a construção de um estacionamento subterrâneo, embaixo do estádio Ramiro Sotto, que fica ao lado do Araújo Vianna. A obra, se autorizada pela população e autoridades, será realizada nos moldes das PPPs (Parcerias Público-Privadas, com construção e exploração comercial feitas por empresas). Konrath frisou que enquanto isso não se tornar realidade serão mantidos convênios com estacionamentos das redondezas, acrescidos de serviços de vans para acesso ao local.

2. Histórico
O Auditório Araujo Vianna está instalado há 44 anos no Parque Farroupilha, completados em março de 2008. Palco de espetáculos de João Gilberto, Caetano Veloso ou o tributo aos 90 anos de Luis Carlos Prestes, o espaço faz parte da história de Porto Alegre.

O auditório foi originalmente inaugurado em 1927, no local onde hoje se encontra a Assembléia Legislativa. Na época, tinha capacidade para 1.200 pessoas. A idéia de sua construção surgiu em meados de 1920, com projeto baseado num auditório que existia na Alemanha, aberto e com concha acústica. O projeto foi elaborado por José Wiedersphan e Arnaldo Boni. O nome é uma homenagem ao compositor gaúcho Araújo Vianna (1871-1916) que, além de produzir obras clássicas como "Carmela" e "Rei Galaor", transcendeu com sua arte as fronteiras do Estado.

Logo após sua inauguração, o auditório passou a se constituir num espaço de extrema importância, pois localizava-se em área central, ao lado da Praça da Matriz, e oportunizava o acesso de pessoas de todas as classes sociais a apresentações musicais, especialmente por ser palco para a Banda Municipal. Com o passar dos anos, a necessidade de se construir uma sede para a Assembléia Legislativa e a idéia de esta fosse em uma área próxima o Executivo, o Legislativo e o Judiciário influenciaram na demolição do antigo auditório.

O atual auditório, no Parque Farroupilha, foi inaugurado em 12 de março de 1964, em forma de ferradura, com capacidade para 4.500 pessoas. O projeto é dos arquitetos Moacyr Moojen Marques e Carlos Maximiliano Fayet. A partir de 1970, o Araújo Vianna passa a se caracterizar como espaço para apresentação de espetáculos de MPB. Nos anos 80, suas atividades foram reduzidas, devido à escassez de recursos a ele destinados e à necessidade de reformas.

O Araújo Vianna ficou desativado por dez meses, de dezembro de 1985 a outubro de 1986. Na época, foi realizada uma campanha junto à comunidade buscando levantar fundos para sua reabertura. Em 1989 foi desenvolvida uma iniciativa que visava à recuperação física do espaço. Em 1992, com a abertura do espaço Radamés Gnattali, a ocupação do equipamento ocorre de maneira mais efetiva. Além dos ensaios da Banda Municipal, grupos musicais, teatrais e de dança passaram a utilizá-lo. Em 1996 a iniciativa culminou na reinauguração do espaço com uma cobertura de lona tensionada.

Em 1997, o Parque Farroupilha foi tombado como Patrimônio Histórico e Cultural do Município. Como parte integrante do Parque, o auditório passa a ter sua preservação garantida, sendo que qualquer alteração de projeto deve necessariamente ser aprovada por seus autores (Fayet e Moojen Marques). Atualmente, abriga a Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura, a qual está vinculada a Banda Municipal.

3. Cobertura
A cobertura do Auditório Araújo Vianna foi debatida durante 30 anos. Em meados dos anos 90, nas reuniões do Orçamento Participativo no bairro Bom Fim, foi decidido que uma das prioridades da região seria a construção de sua cobertura. Para estudar o projeto, foram contratados os arquitetos responsáveis pela construção do auditório em 1964 (Fayet e Moojen Marques). A cobertura foi inaugurada em 4 de outubro de 1996, com um histórico show de João Gilberto.

A lona que cobria o Araújo Vianna, segundo laudo técnico da SMOV, perdeu sua validade ainda em julho de 2002. O risco era de, em caso de chuvas mais persistentes, a pressão sobre a lona rompesse os cabos, que teriam um efeito de chicote sobre o público. No início de 2005 o auditório foi interditado pela Prefeitura de Porto Alegre.

4. A Terceira Vida do Araújo Vianna
Como trata-se de uma construção tombada (em 1997) pelo patrimônio público, o que impede legalmente a contratação de quaisquer outros profissionais que não seus autores, foi novamente encomendado um projeto de recuperação do auditório aos arquitetos Fayet e Moojen.

Quando este projeto estava para ser encaminhado, o processo foi sustado em razão de uma ação civil movida pela comunidade do bairro Bom Fim no Ministério Público no sentido de obrigar a completa vedação acústica do auditório. A ação foi declarada procedente em 4 de agosto de 2006.

A obrigatoriedade de vedação acústica implicou também na necessidade de climatização do auditório nos meses de calor intenso, elevando o custo da reforma a um patamar de R$ 7 milhões. Esse novo valor necessário para reformar o Araújo Vianna (em valores de 2007) era três vezes maior do que o orçamento anual total da SMC para manutenção de seus prédios e instalações.

Diante da impossibilidade financeira de arcar com estes custos e atenta ao fato de que entre 1996 e a presente interdição a média de eventos realizados no auditório foi pouco inferior a trinta dias por ano, a Secretaria Municipal da Cultura publicou no dia 20 de fevereiro de 2007 um edital de licitação convidou empresas privadas a executarem a obra, oferecendo em troca a permissão de utilizaçao de 75% das datas anuais do auditório por um período limite de dez anos. A empresa porto-alegrense Opus Promoções foi declarada vencedora em 15 de maio de 2007.

Os 25% do calendário anual que permanecerão com a Secretaria da Cultura representam 91 dias. Esse período é mais de três vezes superior à média histórica recente de ocupação do auditório (medida entre a reinauguração em 1996 e a interdição em 2005), que é pouco inferior a 30 dias de apresentações/eventos por ano. A divisão do calendário entre a empresa vencedora da licitação e a prefeitura será eqüânime no que diz respeito à utilização de fins-de-semana e feriados.

A Secretaria Municipal de Cultura, no uso de seus 25% do calendário do novo auditório, priorizará apresentações e eventos de caráter comunitário e não-comercial.

Dentre as obrigações das empresas contratantes para a reforma do auditório, estão a reforma interna (incluindo palco e cadeiras, assim como banheiros, camarins e áreas de apoio) e externa, a cobertura acusticamente tratada para evitar transtornos aos moradores e melhorias no entorno do auditório.

5. Capacidade
A capacidade do auditório Araujo Vianna hoje é de três mil pessoas sentadas e a expectativa é de que o novo projeto mantenha um número de assentos muito próximo disso. A Sala Radamés Gnattali, localizada no interior do Auditório Araujo Vianna, tem com palco, iluminação e sonorização preparada acusticamente para shows, concertos, palestras e cursos, com capacidade para 120 pessoas.

O Auditório Araujo Vianna está localizado na Avenida Osvaldo Aranha, s/nº - CEP 90035-191 - Telefones: 3311-5156, 3311-5336 e 3311-6492











Pinacotecas Municipais

As Pinacotecas Municipais Aldo Locatelli e Rubem Berta possuem um acervo composto por cerca de 800 obras de arte em diversas técnicas.

A Pinacoteca Aldo Locatelli reverencia a memória do artista plástico ítalo-brasileiro e teve seu início no acervo da Câmara Municipal, que data do século 18. Na "Ata de Vereança" de 6 de julho de 1772, consta a encomenda das primeiras obras: os quadros "Nosso Rey" e "Nosso Príncipe". Neste período, a Câmara ainda estava sediada em Viamão. Assim, foram sendo adquiridas obras como "Passo da Pátria", do pintor italiano Eduardo Martino, em 1870, e "Árvore Seca", do pintor gaúcho Oscar Boeira, em 1917.

Em 1925, nas dependências do Paço dos Açorianos, foi realizado o Salão de Outono, que revelou nomes como o escultor Antônio Caringi, o pintor João Fahrion e o desenhista Sotero Cosme. Entre os expositores estavam Pedro Weingärtner, Augusto Luiz de Freitas e Francis Pellichek, todos com obras na Pinacoteca Municipal. O Salão de Outono serviu para despertar os intendentes, como eram chamados os administradores, para o acervo da Câmara Municipal, quando a Intendência passa a adquirir quadros e esculturas.

Em 1974, foi inaugurada a Pinacoteca Municipal Aldo Locatelli com a imensa tela-painel do artista, "A Fundação de Porto Alegre". O acervo da Pinacoteca está sendo sempre acrescido de novos títulos e conta com obras de artistas como De Martino, Antonio Cândido de Menezes, Libindo Ferraz, Edgar Koetz, Luiz Maristany de Trias e Pedro Weingärtner.

A Pinacoteca Rubem Berta surgiu a partir da doação feita à Prefeitura de Porto Alegre, em novembro de 1971, do acervo de obras de arte que pertenceu ao pioneiro da aviação comercial do Brasil, Rubem Berta. São obras de Cândido Portinari, Almeida Júnior, Di Cavalcanti, Manabu Mabe, Lasar Segal, Francisco Stockinger, Ângelo Guido, entre outros. Sua composição não foi alterada, sendo considerado um "acervo fechado", totalizando 125 obras que marcam o panorama artístico, sobretudo nos anos 60.

Por meio de acordo firmado entre os governos Municipal e Estadual, as obras das Pinacotecas Municipais ocupam a Sala Berta Locatelli do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs). As Pinacotecas estão sob responsabilidade da Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria Municipal da Cultura, através da Equipe do Acervo Artístico.





Alguns galpões na Harmonia em 29/08



O Acampamento na Harmonia está praticamente todo montado no que se refere aos galpões e a sua infra-estrutura, a impressão que se tem nas conversas com os acampados foi que houve progressos em relação à 2009.

Abaixo alguns exemplos de galpões ainda com o pessoal em ritmo de montagem, outros quase prontos.

CTG RAÍZES DO SUL, PRATICAMENTE PRONTO

NÚCLEO TRADICIONALISTA CABO TODO DO SINDISAÚDE AINDA EM OBRAS

ESSE ESTÁ PRONTO

13º Festival de Música recebe inscrições até dia 6

Inicia-se nesta segunda-feira, 30, o período de inscrições à 13ª edição do Festival de Música de Porto Alegre. As inscrições também deverão ser efetuadas pessoalmente pelo interessado, até segunda-feira, 6 de setembro. O horário de atendimento - para retirada do edital e inscrições - é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A Coordenação de Música está localizada na Usina do Gasômetro (av. Presidente João Goulart, 551 - sala 606). O regulamento e a ficha de inscrição para o 13º Festival de Música de Porto Alegre também estão disponíveis e podem ser retirados pessoalmente na Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) ou via Internet, no site da SMC, na seção Editais. Clique aqui para ir para seção.

O Festival de Música de Porto Alegre será realizado nos dias 30 de setembro, 1º, 2 e 3 de outubro, no Teatro Renascença (av. Érico Veríssimo, 307). Esta é uma promoção da prefeitura, por meio da Coordenação de Música e Coordenação de Descentralização da SMC.
13º Festival de Música de Porto Alegre

Retirada do regulamento e da ficha de inscrição:
pessoalmente, na Coordenação de Música (Centro Cultural Usina do Gasômetro - av. Presidente João Goulart, 551 - sala 606), ou via Internet, na seção Editais do site da SMC (http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smc/default.php?reg=143&p_secao=184).

Inscrições: pessoalmente, de 30 de agosto a 6 de setembro, na Coordenação de Música (Centro Cultural Usina do Gasômetro - av. Presidente João Goulart, 551 - sala 606).

Festival: dias 30 de setembro, 1º, 2 e 3 de outubro, no Teatro Renascença (av. Érico Veríssimo, 307)

Atelier Livre abre inscrições para cursos extras

O Atelier Livre da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) abriu inscrições para os cursos extras que começam dia 13 de setembro. Curso de Desenho, ministrado por Elton Manganelli; Curso Mosaico Criativo e Curso de História das Artes, ministrados por Cláudia Sperb e o curso de Pintura como Experimentação, ministrado por Juliana Bassani. O valor de cada curso é de R$ 120,00. Não há taxa de inscrição, nem seleção. As vagas são garantidas após a confirmação do pagamento.

Desenho: Elton Manganelli
Curso aberto, onde cada um será encaminhado para trilhar seu próprio caminho, respeitando seus limites e sendo estimulado para transpor os mesmos. O desenho é o meio de expressar e identificar esse caminho. Desenho de criação, desenho de observação, desenho de imagem, desenho em movimento, desenho em composição, desenho e olhar, desenho e grafismo.
Alunos em qualquer nível desde que dispostos a partilhar suas experiências.
Quarta-feira: 14h às 17h ou 19 às 22h

Mosaico criativo: Cláudia Sperb
História do mosaico, (em várias culturas e suas técnicas), prática de técnicas, pesquisa de materiais diversos para elaboração de mosaico com uma relação mais próximo-direta com o aluno. (materiais de reciclagem, píxeis...). Perceber que neste momento podemos perceber situações em que o mosaico está inserido, na medida do reconhecimento das particularidades que forma um todo. Desde pedra ao pixel.
Quarta-feira 14 às 17 hs

História da Arte: Cláudia Sperb
O curso é para principiantes/ ou amantes das Artes que queiram perceber as várias interpretações que hoje fazemos ao reler a arte. Seguir a linha do tempo de todos os continentes.
Terça-feira 14h às 17h

Pintura Como experimentação: Juliana Bassani
Curso prático voltado para aqueles que desejam trabalhar com questões da própria pintura, com o objetivo de perceber questões que dificultam o processo de criação e a articulação de idéias, por meio da experimentação de técnicas e materiais. Indicado para estudantes de arte em nível iniciante ou co conhecimento básico de pintura e para o publico leigo em geral que tem por objetivo iniciar a pratica da pintura desenvolvendo uma reflexão baseada em abordagens teóricas e praticas sobre o processo de criação, tomando a linguagem da pintura como ferramenta.
Quinta-feira das 9h às 12h
Sexta-feira das 9h às 12h
Mais informações no Atelier Livre
Avenida Érico Veríssimo, 307
Telefones: 3289-8057/ 3289-8058
alivre@smc.prefpoa.com.br

Convite 3º Aniversário do Clube Literário Jardim Ipiranga

Olá amigos do Clube Literário Jardim Ipiranga,
Estamos comemorando o 3º Aniversário do nosso Clube e contamos com a presença de todos para juntos fazermos um brinde pela Cultura e a integração dos Clubes Literários.
Dia: 04 de Setembro/2010 - Sábado
Hora: 20:00 horas
Local: Sindicato dos Metalúrgicos
Av. Francisco Trein, 116 - Cristo Redentor - Porto Alegre.
Grande abraço.
Adroaldo Barboza - 84005531

27 de agosto de 2010

Inscrições abertas para visitas ao Acampamento Farroupilha

Foto: Divulgação/PMPA
Passeio inclui uma aula sobre o chimarrão, aproximando visitantes do nativismo

Passeio inclui uma aula sobre o chimarrão, aproximando visitantes do nativismo

A Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR) retomará o programa das Visitas Guiadas ao Acampamento Farroupilha na edição do evento deste ano, que se realizará de 7 a 20 de setembro, no Parque Harmonia, com o tema “Farroupilhas: ideais, cidadania e revolução”. As visitas serão oferecidas gratuitamente nas quintas-feiras, 9 e 16, e nos sábados, 11 e 18, com saídas sempre às 15h em frente ao palco principal, próximo à Administração do parque.

Os participantes serão orientados por um guia de turismo que os conduzirá pelo parque e na visita a piquetes, onde haverá demonstração de algumas atividades tipicamente gaúchas como a tosquia de ovelha, aula de chimarrão, apresentação artística, entre outras. O objetivo é oferecer ao visitante um contato mais próximo com as tradições e a cultura do Rio Grande do Sul. Cada passeio contemplará piquetes diferentes.

As caminhadas terão uma hora e meia de duração e serão feitas com um grupo de, no máximo, 25 pessoas. Em caso de chuva, os passeios serão cancelados. No ano passado, cerca de 100 pessoas participaram das cinco edições das visitas guiadas promovidas no Acampamento Farroupilha.

As inscrições antecipadas para as visitas guiadas podem ser feitas pelo e-mail reservas@turismo.prefpoa.com.br ou no Serviço de Atenção ao Turista (SAT) do Bom Fim, pelo telefone 3333-1873 ou pessoalmente, das 9h às 18h. No período do Acampamento, as reservas poderão ser feitas no SAT Bom Fim até as 12h do dia de cada passeio, ou no próprio Parque Harmonia, junto ao palco principal localizado próximo ao galpão que sedia a administração do evento e o MTG, 30 minutos antes do início de cada roteiro.

Fortunati recebe propostas de revitalização da orla

Foto: Ivo Gonçalves/Arquivo PMPA
Projeto prevê melhorias do Gasômetro à área do Sport Club Internacional

Projeto prevê melhorias do Gasômetro à área do Sport Club Internacional

Propostas arquitetônicas com alternativas de lazer e esportes na orla do Guaíba. Este é o conteúdo do documento intitulado "Diretrizes de Desenho Urbano para a Orla Central", que será entregue ao prefeito José Fortunati segunda-feira, 30, às 10h30, durante solenidade no Salão Nobre do Paço Municipal.

As diretrizes de desenho urbano para a orla central prevêem a instalação de equipamentos públicos e privados, no trecho que vai da Usina do Gasômetro até a área do Sport Club Internacional. As diretrizes foram elaboradas pelo Grupo de Trabalho Orla, coordenado pela Secretaria do Planejamento Municipal (SPM), com o objetivo de tornar realidade a integração da cidade com o lago.

O coordenador do grupo, arquiteto Marcelo Allet, destaca que o trecho é estratégico para tornar realidade a integração da cidade com o Guaíba. "A arquitetura integrada à paisagem e a preservação ambiental vão qualificar a área e oferecer opções para que a população aproveite o espaço com conforto e segurança." O grupo é formado por técnicos de secretarias e departamentos, divididos em cinco áreas conforme suas características. As diretrizes têm como foco o incentivo à ocupação a orla, e para isso serão construídos caminhos à beira do lago (calçadas, pistas para caminhada, ciclovias e passeios sobre palafitas nas áreas onde há vegetação na margem).

Outra preocupação é o acesso. Estão previstas passarelas para unir a orla aos parques Marinha do Brasil e Harmonia, além de estacionamentos com vista panorâmica para o lago. No final de cada passarela serão construídos restaurantes, bares, quiosques, banheiros públicos e locais para alugar bicicletas. Na foz do arroio Dilúvio haverá uma marina publica com restaurante e garagem para barcos. Será instalado também um conjunto de equipamentos esportivos: arena multiuso, campo de futebol, quadras para esportes de areia e arvorismo.

O secretário do Planejamento Municipal, Márcio Bins Ely, destaca a atuação conjunta entre prefeitura e sociedade na integração da cidade com o lago Guaíba. "É um desafio que exigirá a participação do poder público e da iniciativa privada. Parte das obras será viabilizada com recursos de emendas da bancada gaúcha na Câmara Federal, que correspondem a R$ 27 milhões, e outra parte por meio de Parcerias Público Privada.

O documento entregue ao prefeito José Fortunati também terá sugestões técnicas relativas à captação de parceiros privados e planos de gestão específicos para cada empreendimento, visando à viabilidade financeira e mercadológica das intervenções. A revitalização da orla faz parte do conjunto de ações projetadas para a Copa do Mundo de 2014.

FONTE:PMPA

14ª Reunião CMCPOA - FUMPROARTE

Nessa reunião, a partir das 19 horas os conselheiros e o Diretor do Fumproarte Alexandre da Silva discutiram sobre as politicias púlicas do Fumproarte para Porto Alegre e como melhorá-las.
Diretor Fumproarte Alexandre da Silva, Guimarães e Izabel

A plenária de Conselheiros do CMCPOA nesse dia


A plenária de Conselheiros do CMCPOA nesse dia


A plenária de Conselheiros do CMCPOA nesse dia