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Justiça cassa mandato do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre

A decisão do juiz José Antonio Coitinho, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, em Mandado de Segurança impetrado p...

20 de março de 2018

Fim de semana terá desfiles de Carnaval

Foto: Brayan Martins/ PMPA

Desfile deste ano não será competitivo e terá a participação de 11 escolas Desfile deste ano não será competitivo e terá a participação de 11 escolas
O Carnaval de Porto Alegre ocorre deste sábado, 24, à madrugada de domingo, 25. O desfile deste ano não é competitivo e será realizado na avenida Edvaldo Pereira Paiva. Mesmo sem competição, as escolas deverão cumprir o horário rigosamente e realizar a apresentação em forma de desfile.

A Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa) e a União das Entidades Carnavalescas do Grupo de Acesso de Porto Alegre, que representa as escolas da Série Prata, adequaram os horários dos desfiles a fim de permitir que alguma agremiações participem de eventos em outros municípios da Região Metropolitana. As apresentações começam às 20h. As escolas da Série Prata terão 30 minutos de desfiles. As agremiações da série Ouro, 45 minutos para suas apresentações. O intervalo entre cada escola será de 15 minutos.

Ordem dos desfiles

1 - União da Tinga, 20h
2 - Unidos de Vila Isabel - 20h45
3 - Unidos da Vila Mapa - 21h30
4 - Imperatriz Leopoldinense - 22h15
5 - Embaixadores do Ritmo - 23h15
6 - Acadêmicos de Gravataí - 00h15
7 - Academia de Samba Puro - 1h15
8 - Bambas da Orgia - 2h
9 - Praiana - 3h
10 - Estado Maior da Restinga - 3h45
11 - Imperadores do Samba - 4h45


/carnaval

Texto de: Cleber Saydelles
Edição de: Andrea Brasil
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

Programação Clube Literário Jardim Ipiranga-Semana de Porto Alegre


1 de março de 2018

Centro de Dança divulga a lista dos indicados ao Prêmio Açorianos de Dança 2017





O Centro de Dança da Secretaria da Cultura de Prefeitura Municipal de Porto Alegre divulga a lista dos indicados ao Prêmio Açorianos de Dança 2017. Os vencedores serão conhecidos no dia 25 de março de 2018 durante a cerimônia de entrega dos prêmios que acontecerá no Teatro Renascença, às 19h30min. Este ano a cerimônia de entrega dos prêmios integra a programação da Maratona de Dança da 59ª Semana de Porto Alegre. Durante a Maratona de Dança a comunidade poderá participar de oficinas, assistir espetáculos e performances, confraternizar no piquenique dançante e se divertir com diversas atividades que tomarão conta do Centro Municipal de Cultura em 12 horas de dança.
O grande júri que avaliou os espetáculos inscritos foi composto por Neca Machado, Paula Finn, Fernando Muniz, Roberta Malheiros, Carlos Neto, Clarice Alves e Paula Amazonas.
O Prêmio Açorianos de Dança contempla ainda as categorias de destaque por modalidades, como balé, jazz, danças urbanas, entre outras, além das categorias de Novas Mídias em Dança e Projetos de Difusão e Formação. Essas categorias contam com júris especializados que somam um total de 22 profissionais da área.


INDICADOS


Espetáculo do Ano:

Atma
Vincent
Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana
O Sentido se Sente com o Corpo


Direção:

Carol Martins, Juliana Coutinho e Renata Ibis - Atma
Verônica Prokopp e Daniel Aires - Vincent
Fernanda Bertoncello Boff - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Iara Deodoro - O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana

Bailarino:

Elias Junior (Retalhos)
Rubens Tavares (Retalhos)
Mariano Neto (Sopros)
Samuel Rodrigues (Sopros)
Felipe Resende (Vincent)

Bailarina:

Letícia Paranhos (Sopros)
Andressa Pereira (Sopros)
Juliana Coutinho (Atma)
Sissi Betina Venturin (O Sentido se Sente com o Corpo)
Emanoelle Santos (Quer saber quanto custa uma saudade?)

Coreografia:

Juliana Coutinho - Atma
Elias Júnior , Gabriely Souza, Rubens Tavares, Bruno Malavolta - Retalhos
Ivan Motta - Sopros
Daniel Aires, Fellipe Resende, Richard Salles, Verônica Prokopp - Vincent
Iara Deodoro, Edjana Santos Deodoro e Taila Souza - O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana

Cenografia:

Renata Ibis - Atma
Cubo1 Cia de Arte - Vincent
Natália Bandeira e Luís Cocolichio - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Silvia Chaves - Quer saber quanto custa uma saudade?
Marco Buffon e Diãne Sbarbelotto - Paixão pela Dança

Iluminação:

Mirco Zanini - Atma
Verônica Prokopp - Vincent
Gabriel Martins - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Kyrie Isnardi - Retalhos
Karrah Iluminação - Quer saber quanto custa uma saudade?

Figurino:

Carol Martins, Juliana Coutinho e Renata Ibis - Atma
Neusa de Oliveira, Luciano Santos - Vincent
Anderson Luiz de Souza - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Malu Oliveira - Paixão pela Dança
Luis Augusto Lacerda - O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana
Vera Lúcia Machado - Baila Melancia


Trilha Sonora:

Julius Rigotto, Carol Martins, Juliana Coutinho e Renata Ibis - Atma
Maestro Marco Farias - O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana
Jorge Peña e Duda Cunha - O Sentido se Sente com o Corpo
Bruno Angelo e Andrea López - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Elias Júnior - Retalhos


Produção:

Carol Martins - Atma
Iara Deodoro - O Feminino Sagrado: Um Olhar Descendente Da Mitologia Africana
Coletivo Âmago - O Sentido se Sente com o Corpo
Fabricio Sortica e Fernanda Bertoncello Boff - Pequenices: Mini Peça Viajante de Dança
Rococó Produções Artísticas e Culturais - Baila Melancia


Destaque em Balé

Rony Leal – pela ideia e concepção do projeto de recital Rony Leal - Les Grands Pas de Deux Classiques que reuniu e deu destaque às diversas escolas de ballet da cidade.
Alexandre Rittmann – pela atuação como professor na manutenção e profissionalização dos bailarinos que atuam na cena clássica.
Gabriela Hauqui – pela atuação artística e técnica no Pax de Deux de Gisele no Recital Rony Leal.
Carla Bublitz – pelo fortalecimento no intercâmbio de bailarinos no cenário internacional.


Destaque em Sapateado

Glenda Duarte – Pela qualidade artística do espetáculo “O Verso do Avesso” e pela realização do evento POA Tap.
Gabriela Santos – pela divulgação do segmento do sapateado em Porto Alegre, por sua qualidade técnica e artística, e pelo trabalho de formação e difusão do Tap nas Escolas Preparatórias de Dança na periferia da capital.
Leonardo Dias – Pela excelência técnica como intérprete e criador.
Laboratório da Dança – Pelo caráter de referência na formação do Tap em Porto Alegre.
Escola de Dança Karin Ruschel – Pelo trabalho de formação e pela participação nos eventos de dança, divulgando o Tap na cidade.


Destaque em Flamenco

Ana Medeiros – pela criação de um novo núcleo de Flamenco na cidade e pela originalidade e criatividade na criação dos espetáculos “Ay mi Amor!” e “Casino de Sevilla”.
Flamenco por aí – pela qualidade na geração de conteúdo e na divulgação das produções de Flamenco na cidade.
Luana Jacociunas Rubin – pela qualidade técnica e artística na atuação como bailarina.
Bianca Benevenutto – pela consolidação do trabalho da “Palo Santo” e da grife “Señora” e pela criação de novo espaço físico dedicado à arte Flamenca na cidade.
Gustavo Rosa – pela qualidade artística como músico Flamenco e pela contribuição permanente para com os diversos grupos e companhias de Flamenco da cidade e do Brasil.


Destaque em Dança do Ventre

Stars Belly Dance Brasil – pela realização e divulgação de um evento de âmbito nacional na cidade.
Grupo Oriental Beat – por sua contribuição musical para a cena da dança oriental em Porto Alegre.
Fernanda Zahira Razy – pelo trabalho de pesquisa corporal em dança do ventre e tribal.
Karine Neves – pela qualidade técnica e artística das coreografias apresentadas durante o ano.
Cia de Artes de Porto Alegre – pela abertura de espaço para aulas e shows de dança do ventre e tribal na cidade.


Destaque em Danças Urbanas

Retalhos – Pela qualidade técnica do espetáculo, inovação coreográfica e pela releitura contemporânea das danças urbanas.
Juan Chi – Pela criação da coreografia Scandal, que trabalha a diversidade de gênero e pelo seu trabalho como referência e difusão do Vogue e da cena Queer em Porto Alegre.
Rubens Tavares (Binho) – Pela qualidade como bailarino e também pela inovação coreográfica no espetáculo Retalhos, trazendo uma releitura do Breaking.
Vinnicius Oliveira – pela qualidade técnica e criação da coreografia Hands Control.
Restinga Crew – Pelo trabalho social que envolve os bailarinos do grupo, mães e crianças da comunidade trazendo a dança para diversos espaços públicos.


Destaque em Dança Contemporânea

Ninho – Escola de Dança Contemporânea – pela iniciativa de abertura de um novo espaço de acolhimento e formação para artistas da dança em Porto Alegre.
Diversos Corpos Dançantes/Carla Vendramin – pelo Projeto de Extensão do Curso de Graduação em Dança da UFRGS que propõe a inclusão e integração de diversas pessoas, seus corpos e experiências na criação em dança contemporânea.
Roberta de Savian e Alessandro Rivelino – Pelas dissertações "IS@.Coreo: Processos de Mediação/Interação tecnológica de uma bailatriz latino-americana" e “Fratura Exposta” desenvolvidas no programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS por suas contribuições na interação entre a prática artística e acadêmica.
Cubo 1 – pelo trabalho de pesquisa e produção do espetáculo “Vincent”
Jessé Oliveira – pela direção da Casa de Cultura Mário Quintana por receber e apoiar diversos artistas e grupos de dança contemporânea na cidade.


Destaque em Jazz

POA Jazz – pela importância e abrangência do evento, na promoção, formação, difusão e troca de experiências entre as diversas escolas e profissionais do Jazz na cidade de Porto Alegre.
Laboratório da Dança – pelo trabalho de formação continuado, pela promoção de diversos eventos e iniciativas na área de pesquisa do Jazz na cidade.
Fernanda Sesterheim – pela atuação como professora e coreógrafa na formação de novos bailarinos de Jazz.
Igor Zorzella: pela qualidade técnica, artística e criatividade como coreógrafo.
Anette Lubisco – pela atuação acadêmica e de pesquisa na área do Jazz em Porto Alegre.


Destaque em Danças Folclóricas e Étnicas

Fórum de Danças Étnicas e Ensino – pela contribuição na discussão e ampliação do conhecimento das danças étnicas na cidade.
20ª Alma Cigana, Ritos, Cantos e Magia – pela difusão e valorização da cultura cigana e pela manutenção do movimento na cidade.
Baila Melancia – pela proposta do espetáculo que propõe um novo olhar sobre a tradição gaúcha.
Brasileirada: Uma história de amor – pelo trabalho de manutenção e divulgação da dança brasileira realizado pelo grupo Andanças.
Lá vai Maria – pelo trabalho de pesquisa, vivência e divulgação dos ritmos brasileiros pouco conhecidos nos centros urbanos.


Destaque em Dança de Salão

Projeto Pescar/Unidade Procempa – pela concepção pedagógica do projeto que, em 2017, oportunizou o contato com a dança de salão no ambiente de formação profissional, através da parceria com o grupo Nós Dança de Salão.
Dança para o Futuro – pelo trabalho pedagógico que oportuniza, através da dança de salão, um espaço de compartilhamento, troca de experiências e integração entre a Escola Gafieira Club e as crianças da comunidade local.
Tango no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo – por promover a integração entre a comunidade e a cultura tangueira oferecendo, desde 2012, um espaço para prática da dança de forma aberta e gratuita.
Cleber Borges e Mariana Motta Pessin – pela qualidade técnica e artística da dupla que representou o Brasil no Festival e Mundial de Tango de Buenos Aires em 2017.
Las Wuenísimas – pelo desenvolvimento do projeto que integra os estilos cubano e americano da salsa e baseia-se em conceitos de autonomia, liberdade, criatividade, conexão, empoderamento e protagonismo da mulher.

Destaque em Novas Mídias

Alegoria do Veado Ferido – Pela originalidade do conceito desenvolvido a partir das obras de referência, executado com qualidade técnica e artística.
Pequena Parte – pela originalidade na exploração do espaço e movimento com qualidade estética e técnica.
Esconde-esconde – por ser resultado de um processo de trabalho em que os próprios alunos exploram o movimento e as mídias envolvidas.
Ballet Concerto – pela coerência entre o espaço e o movimento executado com qualidade técnica e artística.
Um olhar através de – pela qualidade técnica e artística do vídeo na tradução dos elementos que compõem o espetáculo, apresentando coerência entre conceito e estética.
Everybody Dance – pela integração da dança ao espaço urbano, explorando o uso do neon para destacar o movimento, com qualidade artística.

Destaque em Projeto de Formação e Difusão em Dança

Escola Circo Híbrido - pela qualidade do trabalho, diversidade de atividades oferecidas, pela qualidade técnica e artística na integração entre dança e circo.
Oficina de Danças Urbanas - pela abrangência, pelo público que atende e pela garantia de amplo acesso às danças urbanas realizando trabalho em creches, associações, escolas e diversas comunidades.
Dança Moderna de Martha Graham - pelo trabalho de resgate e valorização da tradição da dança moderna na cidade.

20 de fevereiro de 2018

Indicados ao premio Açoriano da Música 2018 (Regionalismo)



A Secretaria da Cultura de Porto Alegre - PMPA divulgou nessa terça-feira a lista dos indicados ao Prêmio Açorianos de Música 2017. A cerimônia será dia 20 de março, em cerimônia a ser realizada a partir das 20h no Teatro Renascença no Centro Municipal de Cultura com entrada franca, dentro das comemorações da Semana de Porto Alegre. Confira os indicados na categoria Regional e Intrumental -com muitos indicados da música regional - e em DVD apenas um não é da música regional!!! Parabéns a todos!!!

DVD DO ANO:
- “Gaita na Fábrica” – Renato Borghetti;
- “Desgarrados” – Chico Saratt & Mário Barbará;
- “Flor y Truco” – Gabriel Selvage;
- “Canto de Interior” – Shana Müller;
- “Confissões”: Rodrigo Munari;

REGIONAL:

COMPOSITOR:
- Martin César: “Doze Cantos Ibéricos”;
- Mário Barbará: “Desgarrados”;
- Mauro Moraes: “Dos Arreios”;
- Rodrigo Duarte: “Zênite”;
- Sergio Metz: “Com o Pé no Galpão e a Cabeça na Galáxia” – Tambo do Bando;

INTÉRPRETE:
- Marco Aurélio Vasconcellos: “Doze Cantos Ibéricos”;
- Shana Müller: “Canto de Interior”;
- César Santos: “Da Porteira pra Dentro”
- Rodrigo Duarte: “Zênite”;
- Chico Saratt: “Desgarrados”;

INSTRUMENTISTA:
- Pedrinho Figueiredo: “Gaita na Fábrica”;
- Vitor Peixoto: “Gaita na Fábrica”;
- Daniel Sá: “Gaita na Fábrica”;
- Matheus Alves: “Zênite” (Rodrigo Duarte) / “Do Interior” (Ita Cunha) / “Desgarrados” (Chico Saratt & Mário Barbará);
- Renato Borghetti: “Gaita na Fábrica”;

DISCO DO ANO:
- “Doze Cantos Ibéricos” – Marco A. Vasconcellos & Martin César;
- "Desgarrados" – Mário Barbará & Chico Saratt;
- “Canto do Interior”: Shana Müller;
- “Zênite” – Rodrigo Duarte;
- “Gaita na Fábrica” – Renato Borghetti;

INSTRUMENTAL:

COMPOSITOR:
- Mariano Telles: “Ária Metropolitana”;
- Luciano Maia: “Balaio de Sons”;
- Matheus Alves: “Instrumental Picumã”;
- Thiago Colombo: “Latin Guitar Connections”;
- Rodrigo Nassif: “Rupestre do Futuro”;

INTÉRPRETE:
- Gabriel Selvage – “Flor Y Truco” / “Balaio de Sons”;
- Luciano Maia: “Balaio de Sons”;
- Hilton Vaccari – “Quartchêto”;
- Ricardo Comassetto – “Genuíno”;
- Rafael Lopes: “O Viajante Imaginário”;

INSTRUMENTISTA:
- Thiago Colombo – : “Latin Guitar Connections”;
- Julio Rizzo – – “Quartchêto”;
- Matheus Alves: “Instrumental Picumã”;
- Gabriel Selvage – “Flor Y Truco” / “Balaio de Sons”;
- Bruno Coelho – “Instrumental Picumã”;

DISCO DO ANO:
- “Instrumental Picumã” – Instrumental Picumã;
- “Balaio de Sons” – Luciano Maia & Gabriel Selvage;
- “Quartchêto” – Quartchêto;
- Latin Guitar Connections” – Thiago Colombo
- “Flor Y Truco - Gabriel Selvage;

DISCO DO ANO:
- “Poa-Mvd” – Pablo Lanzoni;
- “Quintais do Mundo” – Danny Calixto;
- “Clareza” – Leandro Bertolo;
- “Dez Canções...” – Guto Leite;
- “So in Love” – Dudu Sperb;

ESPETÁCULO DO ANO:
- Quartchêto – “Bamo Lá”;
- Danny Calixto – “Quintais do Mundo”;
- Daniel Torres – “Daniel torres Canta América”;
- Luciano Maia & Gabriel Selvage – “Balaio de Sons”;
- Cláudia Braga / Nise Franklin / Luciana Prass – “Cirandô”
(fonte: ABC do Gaúcho)

4 de fevereiro de 2018

Cultura abre inscrições para utilização do Estúdio Geraldo Flach


Foto: Ricardo Giusti/PMPA

Serão oferecidas sete temporadas de maio a novembro Serão oferecidas sete temporadas de maio a novembro
A Secretaria Municipal da Cultura (SMC) está recebendo inscrições para a utilização do Estúdio Geraldo Flach. As inscrições devem ser realizadas de 9 de fevereiro até 1º de março, das 14h às 18h, no Estúdio Geraldo Flach, junto ao Teatro de Câmara Túlio Piva, rua da República, 575, Cidade Baixa. O concurso é para seleção de propostas para a utilização do estúdio, visando oportunizar o lançamento de novos artistas e produtos fonográficos de qualidade.

Serão oferecidas sete temporadas de utilização, a primeira, com 168 horas, programada para o período entre 2 a 30 de maio. A última temporada oferecida, com 160 horas, vai de 1º a 30 de novembro. Os artistas terão à disposição uma sala climatizada de gravação, uma sala técnica climatiza acusticamente e uma sala de recepção. O estúdio tem a capacidade de captação de 22 canais simultâneos.

Íntegra do Edital

Cronograma
Inscrições: de 9 de fevereiro de 2018 a 1º de março de 2018, das 14h às 18h, no Estúdio Geraldo Flach, junto ao Teatro de Câmara Túlio Piva, rua da República, 575, Cidade Baixa. Não serão considerados os pedidos feitos fora desse prazo e local
Divulgação das inscrições homologadas: 5 de março de 2018. No Diário Oficial de Porto Alegre e no site www.portoalegre.rs.gov.br/smc
Prazo para recursos: de 9 a 15 de março de 2018
Publicação das inscrições habilitadas e inabilitadas: 19 de março de 2018. No Diário Oficial de Porto Alegre e no site www.portoalegre.rs.gov.br/smc
Reunião de Seleção: 30 de março de 2018, em local a definir
Divulgação do resultado: 4 de abril de 2018, no Diário Oficial de Porto Alegre e no site www.portoalegre.rs.gov.br/smc
Prazo para recursos do resultado da seleção: de 5 a 11 de abril de 2018
Publicação Final do Edital: 12 de abril de 2018

Outras informações
Estúdio Geraldo Flach: 51 3289.8093
Coordenação de Música: 51 3289 8077


Texto de: Cleber Saydelles
Edição de: Denise Righi
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

24 de janeiro de 2018

Assinado termo que concede Porto Seco a entidades carnavalescas


Foto: Luciano Lanes / PMPA

Iniciativa inédita permite que as agremiações firmem PPP Iniciativa inédita permite que as agremiações firmem PPP
Foto: Luciano Lanes / PMPA
Termo foi elaborado em conjunto por secretarias e agremiações Termo foi elaborado em conjunto por secretarias e agremiações
A concessão do Complexo do Porto Seco pela Prefeitura de Porto Alegre à Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa) e a União das Escolas de Samba do Grupo de Acesso de Porto Alegre (UECGPA) foi assinada nesta quarta-feira, 24, no Paço Municipal. O termo foi elaborado em conjunto por secretarias e representantes das agremiações e tem vigência de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez. A iniciativa inédita permite que as agremiações carnavalescas firmem uma parceria público-privada (PPP) e possam ocupar a área o ano todo. Os desfiles de 2018 das escolas de samba estão previstos para os dias 23 e 24 de março.
 
Na reunião, o prefeito Nelson Marchezan Júnior ressaltou as dificuldades financeiras do Executivo, que buscou uma “solução prática e real para a realização das atividades e que poderá trazer uma transformação no futuro”. Marchezan reforçou que o Município é parceiro das entidades e disse que o termo é um grande avanço para as próximas edições do Carnaval. Reiterou que a cidade está inviabilizada em várias áreas e que nenhum problema será resolvido se não se enfrentar a questão da receita e das despesas, com a revisão geral da planta do IPTU e se não for cessada a concessão de reajustes automáticos ao funcionalismo. O prefeito lembrou também que Porto Alegre está impedida de buscar empréstimos internacionais após ter a nota do Tesouro Nacional rebaixada de B para C, no final do ano passado. 

O Município deve permitir o uso do Complexo Cultural do Porto Seco, a partir de 24 de janeiro de 2018, para realização de eventos e atividades, sob a coordenação da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), com reparação da rede elétrica atualmente avariada do Complexo, bem como serviços de limpeza e capina. Para o secretário da Cultura, Luciano Alabarse, o ato representou um grande passo para a realização do Carnaval.  “O Porto Seco passa para as mãos daqueles que têm a vocação, que são as entidades do Carnaval”, disse.
 
O presidente da Liga das Escolas de Samba, Juarez Gutierrez de Souza, disse que a concessão traz a viabilidade real e concreta  para a realização do evento, em março. Já o vice-prefeito Gustavo Paim ressaltou o papel da Câmara Municipal, que aprovou projeto de lei permitindo a concessão da área. A Secretaria Municipal de Parcerias Estratégicas (SMPE) vai desenvolver, durante o período da concessão, estudos de custos para uma estrutura definitiva e qual a melhor forma de a iniciativa privada gerir o espaço. “Porto Alegre fez tudo o que estava ao seu alcance e demonstrou que é parceira do Carnaval. Fizemos a permissão de uso por  dois anos, o que até então não tinha acontecido, para que a Liespa e UCEGAPA realizem suas parcerias e viabilizem um belíssimo Carnaval na Semana de Porto Alegre”, disse Paim.

Estiveram presentes os secretário de Parcerias Estratégicas, Bruno Vanuzzi, e o adjunto, Fernando Dutra, o secretário adjunto da Cultura, Leonardo Maricato, a procuradora-geral do Município, Eunice Nequete, o procurador adjunto de Domínio Público, Urbanismo e Meio Ambiente, Nelson Marisco, o presidente da UECGPA, Arlindo Fernando da Silva Mença, o secretário adjunto de Relações Institucionais, Carlos Siegle, os vereadores Cássio Trogildo, Reginaldo Pujol e Idenir Cecchin, além do presidente da Mocidade Independente da Lomba do Pinheiro, José Márcio de Quadros, e o presidente da União da Tinga, Marcos Pires.  

Cronograma
26 e 27 de janeiro: Mostra de sambas enredo na quadra da Imperatriz Dona Leopoldina
2 de fevereiro: Sorteio da ordem dos desfiles
23 de fevereiro e 9 de março: Descida da Borges 
22 de março: Ensaio Técnico (muamba)
23 de Março: Desfile da Série Prata, no Complexo Cultural do Porto Seco
24 de março: Desfile da Série Ouro, no Complexo Cultural do Porto Seco
7 de abril: Estandarte de Ouro, no Pavilhão de Eventos da Liespa no Complexo Cultural do Porto Seco
 



/carnaval

Texto de: Eliane Iensen
Edição de: Fabiana Kloeckner
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

17 de janeiro de 2018

Definidas as datas do Carnaval de rua da Cidade Baixa e da orla



Foto: Ricardo Giusti/PMPA
Estão previstos dez eventos no período de 27 de janeiro a 18 de março
Estão previstos dez eventos no período de 27 de janeiro a 18 de março

A prefeitura divulgou nesta quarta-feira, 17, as datas do Carnaval de rua da Cidade Baixa e da orla do Guaíba em 2018 (veja tabela abaixo). Ao todo, são dez datas reservadas para os eventos, sendo seis no bairro Cidade Baixa. A negociação foi feita com todos os blocos que participam este ano, em conjunto com o Ministério Público e Brigada Militar. Os desfiles começam em 27 de janeiro, na orla do Guaíba, com o bloco Panela do Samba. 
 
Antônio Gornatti, coordenador do Escritório de Eventos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), órgão criado em 2017 para ser o único interlocutor entre proponentes de eventos e a prefeitura, acredita que o público deste ano irá repetir ou superar o de 2017, que variou de 5 a 20 mil pessoas nos dias de desfile. A última apresentação está confirmada para o dia 18 de março, quando o tradicional bloco Turucutá irá se apresentar na avenida Augusto de Carvalho. 
 
Este ano, a prefeitura estabeleceu regras para utilização das vias públicas pelos blocos, com o objetivo de atender às solicitações de moradores e associações de bairro. Cada bloco assinará um Termo de Colaboração e Compromisso, em que estarão previstas contrapartidas de infraestrutura, como banheiros químicos, segurança privada e ambulâncias. O documento também determina locais e horários de concentração e dispersão. Nenhuma apresentação deverá terminar após as 21h. Os blocos também serão responsáveis pela taxa de limpeza após os eventos, que contempla varrição e lavagem dos locais, a cargo do DMLU.
 
Gornatti explica que a principal preocupação da prefeitura foi construir esse calendário em conjunto com toda a população impactada pelos eventos. “Acredito que tenhamos conseguido chegar a bom termo, pois estão contempladas as preocupações com segurança, higiene e outros aspectos que garantirão aos foliões um Carnaval tranquilo e feliz."
 
Confira o calendário:


 

/carnaval

Texto de: Matheus Martins
Edição de: Andrea Brasil
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada.

11 de janeiro de 2018

Cursos de Férias para Adultos - dança

 

 

Cursos Intensivos de Férias para Adultos Iniciantes vão acontecer em janeiro deste novo ano, na Casa de Cultura Mario Quintana.

 

Veja abaixo nossos flyers e escolha o seu.

Mais informações, clique aqui.

 

E que 2018 seja repleto de dança em sua vida!

 

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https://docs.google.com/uc?export=download&id=0B8_OzCHHHs3fOUk1UWVkcWZoTTA&revid=0B8_OzCHHHs3fZ2hQdjNDMDM4M09XSkwvWjVLQTQ4SUVZTHRnPQ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10 de janeiro de 2018

Confirmadas as datas do Carnaval de Porto Alegre em 2018


Foto: Cristine Rochol/PMPA

Desfiles acontecem nos dias 23 e 24 de março
Desfiles acontecem nos dias 23 e 24 de março

Durante coletiva de imprensa realizada na tarde desta quarta-feira,10, no Hotel Plaza São Rafael, a Liga Independente  das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa) divulgou as datas do Carnaval de Porto Alegre em 2018. Os desfiles da série Ouro e Prata serão realizados nos dias 23 e 24 de março, no Complexo Cultural do Porto Seco. Os ensaios técnicos ocorrem no dia 22 de março e apuração será na segunda-feira, 26 de março, às 16h, no mesmo local. 

Calendário oficial:

Dias 26 e 27 de janeiro
Mostra de sambas enredo
Local: Quadra da Imperatriz Dona Leopoldina
Dia 23 de fevereiro e 9 de março
Descidas da Borges
Local: avenida Borges de Medeiros
Dia 22 de março
Muamba
Local: Complexo Cultural do Porto Seco
Dia 23 de março
Série Prata
Local: Complexo Cultural do Porto Seco

Dia 24 de março
Série Ouro
Local: Complexo Cultural do Porto Seco

Dia 07 de abril
Estandarte de Ouro
Local: Barracão da Liespa no Complexo Cultural do Porto Seco


/carnaval /cultura

Texto de: Paulinho Beccon
Edição de: Gilmar Martins
Autorizada a reprodução dos textos, desde que a fonte seja citada

2 de janeiro de 2018

Conheça os Jurados do Prêmio Açorianos de Dança 2017



Secretaria Municipal da Cultura publica Portaria 60/2017 no Diário Oficial de Porto Alegre nomeando os Jurados do Prêmio Açorianos de Dança 2017 (Concurso nº 008/2017, Processo nº 17.0.000024829-0).

Conheça quem são os jurados do Grande Juri e dos Pequenos Juris (Destaques, Projetos de Formação e Difusão em Dança e Novas Mídias).

GRANDE JURI


Carlos Neto

Graduando em licenciatura em dança pela UFRGS, bailarino, professor e coreógrafo de danças urbanas há mais de 10 anos. Integrou o elenco de grandes grupos de danças urbanas do estado (como coreógrafo e bailarino) tendo nestes diversas premiações em eventos inclusive de âmbito nacional. Atualmente ministra workshops nos mais variados eventos de dança no estado, é professor de danças urbanas em diferentes escolas de dança de Porto Alegre e é professor, diretor e co-fundador da Reticências Escola de Dança. Foi também responsável por consolidar a Reticências Cia de Dança e por idealizar, criar, coreografar e dirigir o espetáculo "Retirantes: Somos todos Severinos", indicado a 5 categorias do Prêmio Açorianos de Dança 2016, incluindo indicações como "Melhor coreografia" e "Espetáculo do ano”.

Clarice Alves

Clarice Alves é jornalista, técnica em cultura da Secretária Municipal da Cultura de Porto Alegre desde 1996. Coordenou o Prêmio Açorianos de Dança de 2012 a 2016. É especialista em Projetos Culturais e Sociais pela UFRGS e em Arqueologia e Patrimônio pela PUC/RS. Foi aluna do curso de graduação em Dança da UFRGS entre 2012 e 2014. Atuou no espetáculo Como Dançar um Baile, do Grupo Sílvia Canarim.

Maria Lúcia Machado

Neca Machado é professora de dança da Rede Municipal de Ensino, bailarina e coreógrafa, sendo licenciada em Dança pela UERGS. Possui formação em Dança Clássica e em Dança Moderna. Iniciou sua formação com Maria Julia da Rocha. Integrou o Grupo Choreo. Participou, entre outros projetos, do I Circuito Brasil Telecom de Dança, realizado no Teatro Nelson Rodrigues, Rio de Janeiro, junto a Cia Terpsí Teatro de Dança. Foi supervisora de oficinas de dança do projeto de Descentralização da SMC e é professora no Grupo Experimental de Dança da Cidade. Diretora artística da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre.

Fernando Muniz

Fernando Muniz é formado em Produção Audiovisual e Cinema pela ULBRA/Canoas. É bailarino da Transforma Cia de Dança e diretor da MOOV.art, produtora de vídeo especializada em conteúdo cultural. Trabalhou durante 8 anos na TVCOM/OCTO com forte atuação na área cultural, realizando a série de vídeodança "5,6,7,OCTO!". Em 2016 recebeu o destaque imprensa no Prêmio Açorianos de Dança.

Paula Amazonas

Paula Amazonas, bailarina por 9 anos em Companhias Alemãs tais como: Deutsche Tanzkompanie, Deutsche Oper e Staatsballett Berlin, formou-se em Dança na UERGS/ Brasil e estudou na Staatlichen Ballettschule Berlin/ Alemanha. Como primeira bailarina, foi protagonista de balés como Le Sacre du Printemps, Bolero de Ravel, Lago dos Cisnes, Dom Quixote, Quebra Nozes, entre outros. Dando continuidade aos estudos, faz MBA em Gestão e Produção Cultural na Faculdade Inspirar/ Curitiba-PR. Ensaiadora e coreógrafa do Ballet da UFRGS e atuação como assistente de produção cultural.

Paula Finn

Paula Finn é bailarina com formação em dança flamenca e contemporânea. É integrante do Grupo de Flamenco Silvia Canarim desde 2011. Licenciada em Dança pela UFRGS e integrante do Coletivo Tônuma, recebeu o prêmio Açorianos de Dança 2016 de melhor bailarina pelo espetáculo Hiato.

Roberta Malheiros

Roberta Malheiros é professora e bailarina de Dança do Ventre e Dança Criativa. Licenciada em Dança pela Uergs- Fundarte e Especialização em Dança pela PUC. Trabalhou como professora na Escola Harem de Dança do Ventre. Atuando como bailarina, realizou trabalhos dialogando a dança do ventre com a contemporaneidade. Atualmente é professora e coordenadora da Escola Preparatória de Dança da EMEF Victor Issler.


PEQUENOS JURIS

Destaque em Balé


Paula Amazonas
Paula Amazonas, bailarina por 9 anos em Companhias Alemãs tais como: Deutsche Tanzkompanie, Deutsche Oper e Staatsballett Berlin, formou-se em Dança na UERGS/ Brasil e estudou na Staatlichen Ballettschule Berlin/ Alemanha. Como primeira bailarina, foi protagonista de balés como Le Sacre du Printemps, Bolero de Ravel, Lago dos Cisnes, Dom Quixote, Quebra Nozes, entre outros. Dando continuidade aos estudos, faz MBA em Gestão e Produção Cultural na Faculdade Inspirar/ Curitiba-PR. Ensaiadora e coreógrafa do Ballet da UFRGS e atuação como assistente de produção cultural.

Pâmela Grazielle Agostin
Pamela Agostini é graduada em psicologia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos/ RS. Começou seus estudos em dança em 1994 na escola de dança Suzana D’Ávila, onde estudou com renomados professores da cidade (Ângela Ferreira, Fernando Palau, Cláudia Daronk, Alexandre Rittmam, Suzana D’Ávila) vem se aperfeiçoando desde então com professores renomados nacionalmente e internacionalmente (Gustavo Lopes, Toshie Kobayashi, Érika Novachi, Ricardo Richer). Bailarina reconhecida nos grandes festivais do estado com o prêmio de Melhor Bailarina. Compôs o elenco da Transforma Cia de Dança por 6 anos e da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre entre 2014 e 2016. Atualmente é professora da Escola Preparatória de Dança de Porto Alegre (EPD).

Destaque em Danças Folclóricas/Étnicas


Lúcia Brunelli
Atua na área artística e na docência, desenvolve estudos e pesquisas na área do Folclore e Cultura Popular, com ênfase na dança. É formada em Ciências Jurídicas e Sociais, Pós Graduada em Dança pela PUC/RS e Mestre em Educação- Estudos Culturais pela ULBRA.
Foi coordenadora técnica do Instituto de Folclore/RS, Assessora da Secretaria de Cultura do RS, criadora e integrante da direção do Centro de Formatividade em Dança, gestora de projetos culturais e artísticos junto à iniciativa privada e esfera pública, tem articulação com estudiosos no campo das manifestações populares brasileiras, além de viajar pelo mundo conhecendo e pesquisando a arte popular e tradicional dos povos.
Participou como bailarina, coreógrafa e diretora artística de diversos grupos de dança do Estado, tendo trabalhos coreográficos premiados em festivais e eventos mais importantes da área. Integrou o elenco do Conjunto de Folclore Internacional “Os Gaúchos”, como bailarina e assistente da direção artística por mais de quinze anos, tendo viajado com este grupo em turnês internacionais e participado de eventos em todo o Brasil.
Ministra cursos, oficinas e palestras em outros Estados e realiza registros sobre as danças populares brasileiras . Atuou como consultora em projetos culturais no segmento de Turismo do Sebrae/RS e nacional, tendo sido gestora em projetos regionais.
É diretora artística e coreógrafa do Bailado Gaúcho- Folclore, Arte e Danças, realizador do Festival Internacional de Folclore de Nova Prata/RS, do Grupo Folclórico Monte Pollino da Sociedade Italiana do RGSul, e do CTG Aldeia dos Anjos, campeão estadual de danças tradicionais gaúchas por 11 anos no RGSul.
É docente do curso de Pós Graduação em Dança da UFRGS /RS; foi docente do curso de Especialização e Dança da PUC/RS e do curso de Licenciatura em Dança da ULBRA,desde 2005, onde foi Coordenadora desde 2010, até o mês de agosto do ano em curso.

Iara Deodoro
Iara Deodoro é fundadora do grupo de música e dança Afro-Sul, coreógrafa e diretora de dança afro. Assistente social, pós-graduada em educação popular e coordenadora do Instituto Sociocultural Afro-Sul Odomode. Iara tem em sua trajetória mais de 40 anos dedicados à dança. Dirigiu e coreografou mais de 26 espetáculos, além de ter atuação no carnaval de Porto Alegre como porta-bandeira, temista e coreógrafa. Em 2004, o Grupo Afro-Sul recebeu o Prêmio Especial Açorianos de Dança, em reconhecimento pelo seu trabalho. Em 2016 recebeu o Prêmio Açorianos de Dança como Destaque em Danças Folclóricas e Étnicas.

Destaque em Dança Contemporânea


Maria Lúcia Machado
Neca Machado é professora de dança da Rede Municipal de Ensino, bailarina e coreógrafa, sendo licenciada em Dança pela UERGS. Possui formação em Dança Clássica e em Dança Moderna. Iniciou sua formação com Maria Julia da Rocha. Integrou o Grupo Choreo. Participou, entre outros projetos, do I Circuito Brasil Telecom de Dança, realizado no Teatro Nelson Rodrigues, Rio de Janeiro, junto a Cia Terpsí Teatro de Dança. Foi supervisora de oficinas de dança do projeto de Descentralização da SMC e é professora no Grupo Experimental de Dança da Cidade. Diretora artística da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre.

Mônica Dantas
Mônica Fagundes Dantas é bailarina com formação em dança moderna e contemporânea, atuou, desde meados dos anos 1980, em companhias como Grupo Choreo, Grupo Haikai, Ânima Cia. de Dança, Eduardo Severino Companhia de Dança, Cia. Rústica de Teatro. Integrou, desde 2011, o Coletivo de Artistas da Sala 209/Projeto Usina das Artes. Estudou em Porto Alegre com Cecy Franck, Eva Schul e Daggui Dornelles e aperfeiçoou-se em cidades como São Paulo, Nova Iorque e Montreal. Em 2009 recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna para a realização do Projeto Dar carne à memória. Deste projeto resultaram um seminário – Preâmbulo às ações poéticas – e dois espetáculos – Dar carne à memória I e II, que foram contemplados, ao final de 2010, com os Prêmios Açorianos de Dança (Prefeitura Municipal de Porto Alegre) de melhor produção, melhor coreografia e melhor espetáculo. Em 2011, retoma a colaboração com a Eduardo Severino Companhia de Dança, na nova versão de Bundaflor Bundamor e passa a integrar o Coletivo de Artistas da Sala 209/Projeto Usina das Artes. Em 2012, com a mesma companhia, participa da criação de Tempostepegoquedelícia, que teve estreia mundial no FIDET Festival Internacional de Artes Escénicas y Transdisciplina em abril, em Santiago, Chile. Participou também, na mesma cidade, do Festival Escena Doméstica, com a performance Na cozinha com In_compatível. Ainda em 2012, dança Bundaflor Bundamor e Tempostepegoquedelícia em temporada no Teatro da Dança em São Paulo. Em 2012, o Projeto Circulação em 2 Atos – Bundaflor, Bundamor e Tempostepegoquedelícia, da Eduardo Severino Companhia de Dança, na qual atua como bailarina convidada, recebe o Prêmio Funarte Petrobrás de Dança Klauss Vianna para uma turnê, realizada durante o ano de 2013, por 9 cidades brasileiras. O Projeto foi realizado em parceria com Festivais como o Palco Giratório Sesc/Recife, o Múltipla Dança/Florianópolis, o Festival Acreano de Teatro/Rio Branco. Em 2014, o mesmo projeto foi apresentado no Centro de Investigación Coreográfica (CICO) del Instituto Nacional de Bellas Artes da Cidade do México, ocasião em que Mônica Dantas também ministrou a palestra intitulada “Danças Contemporânea no Brasil”. Realizou Pós-Doutorado na Coventry University (Reino Unido) e é Doutora em Estudos e Práticas Artísticas pela Université du Québec à Montreal (Canadá), Mestre em Ciências do Movimento Humano pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Graduada em Educação Física pela UFRGS. É professora Associada da UFRGS desde 1995, nos cursos de Graduação em Educação Física e Dança. É também Professora no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas/ Mestrado e Doutorado (PPGAC) da UFRGS, no qual tem orientado dissertações e teses em torno da criação contemporânea em dança e performance. Autora do livro Dança, o enigma do movimento, de capítulos de livros nacionais e internacionais e de artigos em revistas especializadas. É editora da Cena – Periódico do PPGAC/UFRGS.

Destaque em Dança do Ventre


Roberta Malheiros
Roberta Malheiros é professora e bailarina de Dança do Ventre e Dança Criativa. Licenciada em Dança pela Uergs- Fundarte e Especialização em Dança pela PUC. Trabalhou como professora na Escola Harem de Dança do Ventre. Atuando como bailarina, realizou trabalhos dialogando a dança do ventre com a contemporaneidade. Atualmente é professora e coordenadora da Escola Preparatória de Dança da EMEF Victor Issler.

Bruna Gomes
Bruna Gomes é bailarina de Dança do Ventre Tribal há 17 anos, criadora do Grupo Al-málgama. Contemplada por três anos ao Prêmio Açorianos na categoria Danças Orientais (2012, 2013, 2016), ativa em Festivais Nacionais de Dança onde atua como juri e bailarina; em 2014 participou do juri do Prêmio Açorianos específico e geral.

Destaque em Jazz


Fernanda Santos
Fernanda Santos é bailarina e atriz. Formada em Educação Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pós-graduada em Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho (RJ). Já trabalhou com renomados coreógrafos gaúchos, como Carlota Albuquerque - Cia Terpsi, Daggi Dornelles, Sayonara Sosa, Isabel Willadino, Luciana Paludo, Alexandre Rittmann, Letícia Paranhos, Gabriella Castro, Eduardo Severino, Driko Oliveira, Airton Tomazzoni, Mariano Neto e Eva Schul. Desde 2010 integra a Ânima Cia de Dança Contemporânea dirigida por Eva Schul, participando das montagens : “Vestido Como Parece - A Brasilidade em Nelson Rodrigues”, “De Um a Cinco”, “Catch” e “Acuados”. Bailarina da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre desde 2016, atuando nos espetáculos: “Água Viva” de Eva Schul, “Ilação” de Driko Oliveira, “Scanner” de Airton Tomazzoni e “Humano Vazio” de Mariano Neto. Professora da Escola Preparatória de Dança de Porto Alegre. Como atriz, atuou na Cia Teatro Novo dirigida por Ronald Radde e na montagem “Cadê o Lixo que Tava Aqui?” da Cia Teatral Face e Carretos, dirigida por Camilo de Lélis. Atualmente atua no espetáculo musical “O Gato de Botas – Quem disse que só o cão é o melhor amigo do homem?”, da Cia de Teatro Menino Tambor, dirigida por Daiane Oliveira.


Nathália Nicolaiewsky
Iniciou seus estudos em Ballet Clássico em 1994 e no ano seguinte começou a prestar os Exames anuais da Royal Academy of Dance até o ano de 2011. Participou como bailarina e coreógrafa de várias festivais de dança conceituados no Brasil. Fez diversos cursos de aperfeiçoamento de Ballet Clássico, Musical, Lyrical Jazz, Modern Jazz e Contemporâneo. Participou do Congresso Internacional de Jazz Dance de 2012 a 2017 fazendo aulas com grandes nomes nacionais e internacionais como Suzi Taylor (USA), Jojo Smith (USA), Nan Gioradano (USA) e Josh Bergasse (USA) e Desmond Richardson (USA). Em 2013 e 2015 foi para Nova York aprofundar seus estudos na Steps on Broadway e na Broadway Dance Center. Desde 2012 é a coreógrafa do Baile de Debutantes da Sogipa e AABB. Formada em Educação Física, iniciou sua carreira de professora no ano de 2006, ministrando aulas de Ballet Clássico e Jazz.


Destaque em Dança de Salão


João Augusto Pereira
João Augusto trabalha como servidor público no Centro Municipal de Dança da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre.
Dançou dos 7 aos 16 anos em grupo de danças tradicionais gaúchas. Compôs, de 2013 a 2016, a equipe de alunos bolsistas da Escola de Dança de Salão Oito Tempos - Menino Deus (Porto Alegre). Foi bailarino do Grupo Laços - Dança de Salão Contemporânea (Porto Alegre), em 2016 e, nesse mesmo ano, formou-se no Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre.
Atualmente, incluiu em seus estudos o Sapateado Americano.

Elisa Hoffmann
Elisa Hoffmann é bailarina, professora de tango e promotora de eventos. Com estudos que variam do ballet clássico, jazz, ballet moderno e dança de salão, Elisa Hoffmann se dedica à dança desde 1981, onde iniciou seus estudos em Passo Fundo, RS. Em 1990 ingressou no Curso Superior de Dança, na PUC de Curitiba (PR), fazendo parte do Grupo de Dança da Fundação Teatro Guaíra liderado por Eva Schul e Eduardo Laranjeira. Em 1999, em Porto Alegre (RS), foi convidada pelo bailarino Gelson Forte (Academia Mudança), onde conheceu o maestro e bailarino Valentin Cruz (Argentina) e P. Pinheiro (Brasil) para participar do espetáculo Brasil e o Eterno Tango. Desde então, seguiu seus estudos com o maestro Valentin Cruz na Tanguera Estudio de Danza , onde atuou como bailarina e instrutora de tango, fazendo parte da Cia. Valentin Cruz, atuando em vários espetáculos da Cia, e como parceira de Valentin em 2009. A partir 2010 participou de 4 edições do Festival Internacional de Tango de Porto Alegre, idealizado e organizado pela Tanguera Estudio de Danza, em Porto Alegre. Desde julho de 2015, organiza e produz juntamente com a Casa Cultural Tony Petzhold, o Projeto Amor Porteño, com workshops e práticas festivas de tango, em Porto Alegre, e atualmente realiza este evento no Bar Von Teese.

Destaque em Sapateado


Airton Ricardo Tomazzoni dos Santos
Airton Tomazzoni é jornalista, coreógrafo e professor. Coordenador do Centro Municipal de Dança da SMC/PMPA. Diretor da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre. Doutor em Educação pela UFRGS. Lecionou no curso de Dança da UERGS e é professor dos cursos de especialização em dança da PUCRS e UFRGS. Dirigiu o espetáculo Guia Improvável para Corpos Mutantes e o Projeto Dança Tece o Tempo.

Heloisa Bertolli
Professora e coreógrafa de Tap e Dança Contemporânea, e assistente no Rio Grande do Sul do Método Marchina de sapateado americano. Diretora dos Grupos "Sete, oito, foi..." e "Seele Tanz (2000/14). Produtora do "Tap Sul – Encontro de Sapateado Americano no Sul do País" (2000/03) e do "Projeto Dançars - A Dança no Rio Grande do Sul" (1994/99). Coordenadora da sala 504 do "Projeto Usina das Artes" na Usina do Gasômetro (2006/08) e do "Projeto Sapateando em Porto Alegre" (2009/13). Prêmio Açorianos de "Melhor Coreografia" e Troféu RBS Cultura de "Melhor Espetáculo" (2005). Indicada "Coreógrafa Revelação" no Festival de Dança de Joinville (2006). E Special Award de Melhor Trabalho Coreográfico em Barcelona, na Espanha (2008). Produtora, diretora e coreógrafa do Espetáculo "Rotinoia - O Musical" (2013). Coreógrafa do Grupo de Teatro Neelic desde 2009.

Destaque em Flamenco


Paula Finn
Paula Finn é bailarina com formação em dança flamenca e contemporânea. É integrante do Grupo de Flamenco Silvia Canarim desde 2011. Licenciada em Dança pela UFRGS e integrante do Coletivo Tônuma, recebeu o prêmio Açorianos de Dança 2016 de melhor bailarina pelo espetáculo Hiato.

Andressa Porto
Andressa Porto iniciou os seus estudos em 2006 na escola Andrea del Puerto. Participou de muitos cursos com Maestros internacionais, tanto no Brasil quanto na Espanha. No ano de 2014 fez seus primeiros cursos com a icônica familia Farruco em Sevilha. Dentre estes Maestros destacam-se Juan Manuel Fernández Montoya "Farruquito", Pilar Montoya La Faraona, Farruca, Farru, Encarna Anillo, Andrés Hernández "Pituquete", Carmen Ledesma, Carmen González, Alfonso Llosa, entre outros. Além de bailaora, Andressa também é produtora cultural esppecializada em Flamenco, tendo recebido no ano de 2014 o prêmio Açorianos em Destaque Flamenco por suas produções e fomento desta cultura. Deu classes para crianças e adolecentes no Colégio Leonardo da Vinci, para adultos no Núcleo de Arte e Dança e atualmente mantém o Núcleo Templo Flamenco na escola Mahaila Adma e faz parte da Ong NCC Belém, onde ministra clases de baile como voluntária.

Destaque em Danças Urbanas


Carlos Neto
Graduando em licenciatura em dança pela UFRGS, bailarino, professor e coreógrafo de danças urbanas há mais de 10 anos. Integrou o elenco de grandes grupos de danças urbanas do estado (como coreógrafo e bailarino) tendo nestes diversas premiações em eventos inclusive de âmbito nacional. Atualmente ministra workshops nos mais variados eventos de dança no estado, é professor de danças urbanas em diferentes escolas de dança de Porto Alegre e é professor, diretor e co-fundador da Reticências Escola de Dança. Foi também responsável por consolidar a Reticências Cia de Dança e por idealizar, criar, coreografar e dirigir o espetáculo "Retirantes: Somos todos Severinos", indicado a 5 categorias do Prêmio Açorianos de Dança 2016, incluindo indicações como "Melhor coreografia" e "Espetáculo do ano”.

Karina Rolin
Seu primeiro contato com a dança e o breaking foi 2001. Desde então tem se dedicado ao estudo e a pratica dos demais estilos de danças urbanas. É educadora social/arte educadora e atua em projetos sociais desde 2004, através de oficinas de hip hop. Atualmente ministra aulas de dança e cursa o 4º semestre de licenciatura em dança na UERGS. Foi indicada ao Prêmio Açoriano de Dança 2016, como destaque das danças urbanas, por sua atuação, como educadora em projetos sociais nas periferias de Porto Alegre. Faz parte do grupo Norma Jeane, formado por mulheres e no ano passado, estreou o espetáculo, Ondinas, Sereias e Nereidas, misturando, danças urbanas e a dança do ventre. Também é idealizadora do Projeto Juno, que incentiva mulheres a dançar breaking. A proposta cresceu e se tornou um coletivo de mulheres, que tem com objetivo possibilitar a visibilidade e produção artística feminina.


Projetos de Formação/Difusão em Dança


Wagner Ferraz
Artista, professor, pesquisador, gestor e editor. Doutorando do PPG em Educação e Ciências e Mestre em Educação pela UFRGS; Esp. em Educação Especial e em Gestão Cultural; Graduado Tecnólogo em Dança pela ULBRA; Licenciando em Dança pela UFRGS e em Pedagogia pela UNINTER; Coordenador dos Estudos do Corpo e editor da Revista INFORME C3; Atuou como prof. na Graduação em dança da UCS e em vários cursos de pós-graduação no campo da educação e dança. Criador do Educação Criadora onde tem ministrado cursos livres. Estudou ballet clássico e dança contemporânea, atuou como bailarino e coreógrafo em diversos espetáculos, prof. de dança em várias escolas, premiado em vários festivais de dança e recebeu o Prêmio Açoriano de Dança Destaque Contemporâneo 2016. Prof. de dança no Cartografar Corpos Dançantes. Autor e organizador de diversos livros.

Cândida Rodrigues de Oliveira
Formada em licenciatura em dança pela ULBRA, pelo Método Ivaldo Bertazzo, Pós-graduanda em arte e educação pela UNIASSELVI, trabalho com dança criativa há mais de quatro anos na área social da Associação Cristã de Moços (ACM) e no centro Social Marista Santa Isabel (CEMASI). Desenvolve um projeto de mostra de dança da área de desenvolvimento social da ACM, o qual foi vencedor do Prêmio Açorianos de Dança 2016 na categoria projetos de formação e difusão em dança. Pesquiso sobre as influencias da mídia para a aprendizagem e criação em dança em comunidades.


Novas Mídias em Dança


Ilza Maria Praxedes do Canto
Ilza do Canto é Relações Públicas, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e bailarina clássica, formada pela Escola de Dança de São Paulo. Teve formação na técnica da Royal Academy of Dancing de Londres onde prestou exames até o nível Intermediário. É técnica em comunicação da Prefeitura de Porto Alegre, atua no Centro de Dança da Secretaria Municipal da Cultura e faz formação em dança no Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre.
Já exerceu as funções de Diretora Geral e Secretária Adjunta da Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul. Já foi Coordenadora de Relações Públicas e Secretária de Comunicação da Prefeitura de Porto Alegre. Foi também professora substituta de Relações Públicas da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS e professora de dança no Grêmio Náutico União.

Gianna Corrêa Soccol
Formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela PUCRS (2010) e em Produção Audiovisual, Cinema e Vídeo também pela PUCRS (2013). Trabalhou na Agência Ciranda na área de comunicação, no Black Sheep Studio na área de audiovisual e na Agência Bravo Model como modelo. Foi integrante de duas bandas, das quais fez alguns shows e também praticou esportes, chegando a participar de competições. Fez diversos cursos, como de produção cultural, modelagem em clay, montagem de espetáculo para teatro, curso de atuação para câmera, além de aulas de ballet, sapateado e dança contemporânea. Atualmente é sócia-proprietária da produtora audiovisual MainQuest, é atriz do grupo teatral Válvula de Escape, trabalha como diretora de arte em filmes e faz formação em dança pelo Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre.

27 de dezembro de 2017

Abertas as Inscrições para o Prêmio Açorianos de Dança 2017 até 31 de janeiro de 2018



O Prêmio Açorianos de Dança 2017, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura da Prefeitura Municipal de Porto Alegre está com inscrições abertas para espetáculos, performances, produções e projetos estreados em Porto Alegre no ano de 2017 até o dia 31 de janeiro de 2018.

As inscrições devem ser realizadas no Centro de Dança – Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Av. Erico Veríssimo, nº 307 ou pelo email: dancasmc@gmail.com, através do preenchimento da ficha de inscrição disponível no “Anexo I” do Edital do Prêmio disponível no site da PMPA/SMC

As reuniões das Comissões Julgadoras para indicações e escolha dos premiados ocorrerão em datas a serem definidas pelo Centro de Dança nos meses de janeiro e fevereiro e acontecerão no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues.

A divulgação dos resultados dos indicados ocorrerá no dia 1º de março de 2018 no blog do Centro de Dança , no site da PMPA/SMC e no DOPA.

Cerimônia de entrega dos Prêmios está programada para a Semana de Porto Alegre de 2018.

Mais informações no Centro de Dança – F: 3289.8065 ou pelo email dancasmc@gmail.com




26 de dezembro de 2017

Terno de Reis de Paixão Côrtes





AOS MEUS 90 ANOS, VEJO COM SATISFAÇÃO QUE,
APESAR DE O NATAL TER SIDO GLOBALIZADO COM A FIGURA DO PAPAI NOEL,
AINDA SEGUEM A TRADIÇÃO DO FOLCLORE GAÚCHO,
OS  TERNOS DE REIS QUE ANUNCIAM O NASCIMENTO DO MENINO JESUS
NO CICLO NATALINO QUE SE EXTENDE ATÉ A CHEGADA DOS REIS MAGOS, DIA 06 DE JANEIRO.


A ESSAS VOZES DA TRADIÇÃO, EU ME JUNTO,
E FECHANDO UMA DÉCADA DE TERNO VIRTUAL,
ESTOU CHEGANDO NOVAMENTE EM SUA MORADA
PARA TIRAR RESES.


O meu Terno canta:   

 Agora mesmo cheguemo
Na beira de seu terrero
Para  tocá  e cantá
Liçença peço premero.

Porta aberta, luz acesa
É sinal de alegria
Entra eu, entra meu terno
Entra toda a compania.

Jesus Cristo está nascido
Para ser sempre adorado
Nosso prazer é profundo
És o filho de Deus que veio salvar o mundo


Melchior, Baltazar, Gaspar
Trazendo ouro, mirra , incenso
Ao rei que vão adorar
Por que tem prestigio imenso.

 E nesse presépio oculto
Tão pobre de ostentação
Veio a luz  o belo vulto
Que nos trouxe a salvação.

25 de dezembro
Cristo nasceu em Belém
Todos , todos  o adoravam
Nós o adoramos também



Chegamos em sua morada
Eu e meus companheiros
Nós andamos festejando
O  primeiro de janeiro

Vamos dar a despedida
Como deu Cristo em Belém
Esse terno se despede
Até o  ano que vem.

PEÇO QUE REENVIE ESTE TERNO PARA QUE CANTEMOS
EM OUTRAS "CASAS" AINDA NESTE CICLO NATALINO.

 MUITA PAZ E SAÚDE A TODOS
ONDE ESTA MENSAGEM POSSA CHEGAR.


J.C. PAIXÃO CÔRTES E MARINA






15 de dezembro de 2017

MAPEAMENTO DAS ESCOLAS DE SAMBA DO RIO GRANDE DO SUL


Consoante decisão do Pleno do Conselho Estadual de Cultura  que nos delegou  estudo sobre o carnaval das Escolas de Samba  acreditadas no Estado do Rio Grande do Sul, apresentamos  a seguir diagnóstico do Mapeamento das mesmas, sem  entretanto esgotar  o rol, eis que deve ser constantemente aprimorado e atualizado. Presente , modesto e humilde trabalho tem a pretensão de ir ao encontro do que preconiza  o Plano Estadual de Cultura .Como escorço histórico aduzimos :
Da festa agrária do Egito antigo, passando pela celebração a Dionísio na Grécia, a Baco em Roma, pelos bailes de rua da Veneza renascentista e pela coroação do Rei e Rainha do Congo no século 18, a festa da carne ganhou novo contexto no Rio de Janeiro do século 20, com a popularização das escolas de samba.
Festa universal com origem nos rituais agrários primitivos, o carnaval reuniu em um único conceito brincadeiras e fenômenos sociais de origens diversas, que ocorriam em datas distintas, mas mantinham características em comum.
Para o historiador Hiram Araújo, o carnaval é a válvula de escape que libera as tensões sociais e permite a convivência nas sociedades divididas por classes. Nas festas dionisíacas da Grécia, celebrava-se a primavera com procissão e concurso de beberrões. Já nas saturnálias romanas, os tribunais e escolas ficavam fechados e os escravos podiam dizer verdades a seus senhores e ridicularizá-los, além de sair às ruas para cantar e se divertir sem ordem nenhuma.
A Igreja Católica oficializou o carnaval no ano de 590 d.C como um momento festivo para anteceder o período de privações da quaresma. A festa tomou formas mais parecidas com as atuais no período Renascentista do início do século 17 e chegou ao Brasil com os primeiros bailes nos anos 1840. A organização das primeiras sociedades carnavalescas ocorreu a partir de 1855.
Os blocos e cordões que surgiram reuniam elementos de batuques do candomblé e cortejos religiosos como o da Senhora do Rosário e o dos afoxés.
Em seguida, foi à vez do surgimento dos ranchos carnavalescos, no fim do século 19. Em 1909, é realizado o primeiro concurso de desfile de ranchos, organizado pelo Jornal do Brasil. Na competição, era obrigatório o desenvolvimento de um tema com abre-alas, comissão de frente, alegorias, mestre de canto, mestre-sala e porta-estandarte e orquestra, com coreografias rígidas.
As bases das escolas de samba surgiram nos anos 1920 com os sambistas do Estácio, entre eles Ismael Silva, que organizaram a escola Deixa Falar e o primeiro concurso de sambas, em 1929, que contou com a participação da Mangueira. O vencedor foi o Conjunto Oswaldo Cruz.
Segundo o historiador Luiz Antonio Simas, coautor do livro Pra Tudo Começar na Quinta-Feira – o enredo dos enredos, o surgimento das escolas coincide com a luta dos negros por aceitação na sociedade urbana, ao mesmo tempo em que o Estado tentava disciplinar as manifestações culturais dos descendentes de pessoas escravizadas. As escolas de samba aparecem, nesse contexto, como uma solução negociada para o conflito.
 “Ali há uma instância de negociação com o Estado para quem é interessante, pelo menos, disciplinar as manifestações das camadas populares, sobretudo aquelas de descendentes de escravizado. E para os sambistas, evidentemente, era importante buscar uma legitimação. Então, desse encontro entre o Estado que quer disciplinar e certos segmentos da população que querem legitimar suas manifestações é que surgem as escolas de samba”, argumenta Simas. (historiador)
As escolas de samba eram consideradas variações dos blocos até o jornal Mundo Esportivo, de Mário Filho, promover, em 1932, o primeiro desfile das agremiações, na Praça 11, no qual participaram 19 grupos. O concurso estabeleceu alguns critérios de julgamento e elementos mínimos para o desfile, como a Ala das Baianas, o samba inédito, terem mais de cem componentes e não utilizar instrumentos de sopro. A vencedora foi a Estação Primeira de Mangueira.
Na década de 30, a Ala das Baianas era formada por homens que desfilavam nas laterais e levavam navalhas para defender a agremiação em caso de brigas. Ela foi criada em homenagem às “tias baianas”, que abrigavam os sambistas em suas casas na época em que esse gênero musical era marginalizado, bem como para lembrar as raízes africanas do samba.
No começo das escolas, não havia uma ligação entre a música, o enredo e o desfile. Foi apenas em 1939 que a Portela apresentou o enredo Teste ao Samba, no qual o visual da escola e a dramatização na avenida dialogavam com o enredo e a letra do samba.
Simas explica que, nessa época, as próprias escolas decidiram apresentar apenas temas nacionais, o que foi aproveitado pelos governantes para exaltar a pátria. O ápice da exaltação ufanista ocorreu em 1946, após a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Também na década de 40 houve a tentativa de usar os enredos didaticamente para “livrar o povo das ideias africanistas”. “Havia a obrigatoriedade, inclusive de enredos de cunho nacionalista, na construção de uma certa ideia de identidade nacional”, diz o historiador.
Para ele, a mestiçagem do país, que era vista como uma marca degeneradora da nacionalidade, passou a ser definidora da identidade com a legitimação das manifestações afro-brasileiras ocorrida na Era Vargas. Mas Simas ressalta que, desde aquela época, a ideia era tirar o aspecto de conflitos raciais. “A Era Vargas começa a fazer isso, a ideia era construir uma identidade mestiça abrandando as tensões raciais, varrendo isso para debaixo do tapete”, afirma.
Até a década de 60, Simas lembra que as escolas eram formadas, em sua maioria, por pessoas negras que cantavam a “história branca”. “As escolas de sambas eram essencialmente negras na sua origem, mas os enredos não eram, porque contavam a história oficial. A temática negra começa a entrar nas escolas de samba especialmente a partir da virada para os anos 60, quando a África estava sendo discutida, o processo de descolonização afro-asiática”.
Foi também a partir dos anos 60 que começou a espetacularização dos desfiles, com a incorporação das escolas por segmentos de fora das comunidades de origem e a aproximação das classes médias urbanas. Além disso, a popularidade cresce com os primeiros registros fonográficos em disco que continham todos os sambas do ano e a transmissão televisiva”
(Fonte: Lílian Beraldo)

O Carnaval em si de forma macro é o diagnóstico de que pela organização espontânea: Batuque é um privilégio/ninguém aprende samba no colégio (Vadico/Noel Rosa) se resiste à expropriação. Todos carnavalescos são subversivos, no contraponto à elite, a burguesia que quer destruí-lo por não considerar cultura.  São cientistas que processam em laboratório próprio as transformações sociais que lhes dizem respeito. Razão do principio da raiz dionisíaca, pela inversão de valores. Pregam que as classes sociais não possuem diferenças. O carnaval alavanca o espírito de Dionísio, incorporado ao ser, que todos buscam consciente ou inconscientemente. O carnaval não gessa a criatividade e talento do ser humano.
Os carnavalescos brasileiros como um todo elencam contingente de excluídos pela elite que se apropriou do seu trabalho e por isso se tornam mais ricos, enquanto estes se tornam mais pobres. Porém ricos em esperança, caráter, ética e moral.
Agora a Escola de Samba como esta posta hoje é apolínea, pois esta mais para o espetáculo, mas isto não a desmerece. Combina valores por meio da música, dança e alegria. Com equilíbrio. Sobriedade. Comedimento.
Este conselheiro relator entende que o carnaval é o agente da cidadania e não objeto. Logo os carnavalescos possuem direitos a ter direitos respeitados. Os bastidores em termos do trabalho nas oficinas de arte por meio de ferreiros, carpinteiros, marceneiros, aderecistas, alegoristas, figurinistas, pintores, bordadeiras, desenhistas, costureiras, iluminadores, sapateiros, soldadores, eletricistas, escultores de isopor e de espuma, chapeleiros, secretarias, telefonistas, grafiteiros, engenheiros e arquitetos. Sem contar cozinheiras e auxiliares de serviços gerais. Nas quadras (lugar de ensaio) há bilheteiros, seguranças, garçons, copeiros, cantores, instrumentistas e recepcionistas, são atores e atrizes componentes culturais que por princípios agem em defesa e respeito ao bem maior deste patrimônio imaterial;

Nesta perspectiva, este Conselheiro não pode se omitir frente aos graves vilipêndios praticados contra a cultura do carnaval. A busca incessante no que concerne à gestão democrática da politica cultural deve sim ser incentivada para proporcionar o acesso da população de forma ativa e criativa.  Não é por nada que o samba é considerado patrimônio imaterial da humanidade na sua pratica pelas Escolas de Samba. Merece respeito no âmbito de todo o Estado do Rio Grande do Sul, especialmente a cultura tangenciada na fronteira do Estado.
Lecionou o Conselheiro Hiron Cardoso Goidanich no Parecer nº12/94:
A cultura do nosso Estado, em muitos aspectos marcada por profunda identificação hispano-americana, nos torna cada vez mais unidos principalmente ao Uruguai e à Argentina. Qualquer espaço que se abra em cidades desses dois países, mesmo que seja por gerido pela iniciativa privada, como é o caso da Casa del Estado do Rio Grande do Sul em Córdoba, deverá ser utilizado em todas as suas potencialidades”.
Antes disso o Conselheiro Rovilío Costa no Parecer nº17/92 já chamava a atenção sobre o MERCOSUL cultural.
Seguramente, não com o brilho dos citados, alhures afirmei aqui nesse Pleno que o MERCOSUL não prospera, pois objetiva tão somente o aspecto mercantil, deixando de lado os laços culturais que nos unem ao Uruguai e Argentina.
PORTO ALEGRE e  Entidades de  Cidades Satélites  que competem na Capital
ALEGRETE
Imperatriz da Praça Nova
Mocidade Independente da Cidade Alta
Nós os Ritmistas
Unidos dos Canudos[
Algarve do Futuro (Arecuja - Mirim)
Asas de Ouro
Associação Periferia
Astros de Alvorada
Bem Vinda
Deixa Falar
Diplomatas de Alvorada
Estrela do Umbu
Império da Tijuca
Tradição Alada
Trevo de Ouro
Unidos da Intersul (Mirim)
Unidos do 11 de Abril

ARROIO GRANDE
E. S. Acadêmicos do Grande Arroio
E. S. Samba no Pé
E. S. Unidos da São Gabriel
E. S. Unidos da Ponte
E. S. Unidos do Promorar
Império do Sul (Mirim)
Sementes do Amanhã (Mirim)
Amigos do Pipoquinha (Mirim)
Raízes do Arroio Grande (Mirim)
Unidos da São José (Mirim)
BAGÉ
Acadêmicos da Zona Norte
Águia da BX
Aliança
Bairro Bonito
Imperadores do Povo Novo
Renascer
Unidos da Estrela d’Alva
CACEQUI
Acadêmicos da Montanha
Unidos da Vila Iponã

CACHOEIRA DO SUL

Aldeanos do Samba
Estação Expresso
Inovação
Talagaço
Unidos da Vila
CANOAS
Acadêmicos da Grande  Rio Branco
Acadêmicos de Niterói
Estado Maior do Rio Branco
Guardiões da Bom Sucesso
Imperatriz da Grande Niterói
 Império da Mathias
  Nenê da Harmonia
Nossas Raízes
 Os Tártaros
  Pérola Negra
  Rosa Dourada
Unidos do Guajuviras
CAPÃO DA CANOA
Corujas do Samba
Unidos do Litoral
CAXIAS DO SUL
Acadêmicos 15 de Novembro
Acadêmicos da Vila Leoni
Acadêmicos do Ritmo
Acadêmicos do São Vicente
Acadêmicos Filhos de Jardel
Império da Zona Norte[
Império de Casa Azul e Branco
Império do Jardim América
Incríveis do Ritmo[
Mancha Verde[
Nação Verde e Branco
Pérola Negra
Protegidos da Princesa
Reino do Sol e da Lua
União Reolon
Imperatriz do Vale
Unidos do Centenário
Unidos do É o Tchan
Unidos da Tia Marta
Unidos da Zona Norte
CRUZ ALTA[
Acadêmicos do Sol  
Gaviões da Ferrô
Imperatriz da Zona Norte
Unidos de São José
Unidos do Beco


ELDORADO DO SUL]
Estação do Samba
Estrela do Sul
Império do Centro Novo
Raízes Eldoradenses
ESTANCIA VELHA
Acadêmicos do Samba
Asas da Liberdade
Unidos da Ponte
ESTEIO
Império Serrano da Vila Pedreira
Mocidade Independente do Jardim Planalto
Salgueiro
Unidos de Viradouro

GRAVATAÍ  Acadêmicos de Gravataí   
Cativos  
Unidos do Vale 

GUAIBA
Academia de  Samba Cohab Santa Rita
Estado Maior da Colina
Império Serrano
Tradição
ITAQUI
Acadêmicos da Mocidade Independente
Águias do Samba Itaquiense
Azes do Ritmo
Ênio Sayago
Entidade Cultural Brilho Africano
Filhos do Mar
Imperatriz Itaquiense
Império da Vila Nova
Império do Arco Íris
Mocidade Salgueirense
Noel Rosa
Saldanha da Gama
Unidos da Beira Rio
Unidos da Pró-Mora
Unidos do Surdo[
Unidos do Uirapuru
JAGUARÃO
Aguenta Se Puder
Estrela D'Alva[
AERB Palestina
LAJEADO
Academia do Samba
Academia do Samba Reggae
Só Alegria
Unidos da Folia
NOVO HAMBURGO
Aí Vem os Marujos
Cruzeiro do Sul
Império da São Jorge
Portela do Sul
 Protegidos da Princesa Isabel

OSÓRIO
Academia do Samba Só Sorriso
Estado Maior da Zona Leste 
PASSO FUNDO
Academia de Samba Cohab 1
Acadêmicos do Chalaça
Águia Dourada
Bambas da Orgia
Bom Sucesso
Era de Aquários
Garotos da Batucada
Imperadores do Samba
Pandeiro de Prata
União da Vila
PELOTAS
Academia do Samba
Acadêmicos da Saúde
Arautos da Baronesa
 Estação Primeira do Areal
Estácio de Sá[
General Osório 
General Telles
Imperadores da Guabiroba
Imperatriz da Zona Norte
Ramiro Barcellos 
Rosa Imperial
Unidos do Fragata
RIO PARDO
Beija-Flor
Embaixadores do Ritmo
Enamorados
Realeza da Vila[
União de Ramiz
Unidos da Vila Guerino
Velha Guarda  
RIO GRANDE
14 de Agosto
Acadêmicos da P1
Acadêmicos da São Miguel
Águia do Samba
Amigos da Cabra
Bafo da Onça
Charanga do GreNal
Furiosa da Barra
Grande Rio
Imperadores da Rural
Império Serrano
Mariquitas
Mocidade Independente de São Migue
Nega Maluca
Nós de Casa
Nós Jovens
Renascer da Esperança 
Unidos da Capivara
Unidos da Castelo Branco
Unidos da Cobra
Unidos da Dom Pedro I
Unidos da Furiosa[
Unidos da Municipal
Unidos da Rheingantz
Unidos da Zona Oeste 
Unidos do Mé
Unidos do Zaire
QUINTÃO
Foliões do Quintão
Imperatriz do Litoral
Império Praiano
Unidos do Rei do Peixe
SANTA  CRUZ DO SUL
13 de Maio
Academia de Samba
Bom Jesus 
Acadêmicos do União
Esperança
Imperadores do Ritmo
Império do Sol
Império da Zona Nortes
Unidos de Santa Cruz
SANTA MARIA
Barão de Itararé
Imperatriz Academia de Samba
Império da Zona Norte
Mocidade Independente das Dores
Trevo de Ouro
Unidos de Camobi
Unidos do Itaimbé
Vila Brasil 
 SANTA VITÓRIA DO PALMAR
Barracão
Imperadores da Brasiliano
Mamonas do Samba
Sambistas dos Palmares
Vila Jacinto
Vila Nova

SANTANA DO LIVRAMENTO
Academia de Samba Mocidade Alegre
Grêmio Recreativo Bafo da Onça
Império da Zona Sul
Nascente do Sol
Praiana
Sociedade Recreativa Brasil Zumbi
Sociedade Recreativa Os Acadêmicos
Tradição 
 SANTO ANGELO
Acadêmicos do Improviso
Grande Pippi
Imperadores do Samba
Império da Zona Norte[
Mocidade Independente da São Carlos
União do Alcebíades
Unidos da Zona Sul
SÃO BORJA
Mocidade Independente da Vila Umbú
Unidos da Ponte
Vai-Vai
SÃO LEPOLDO 
Academia de Samba da Zona Norte
Acadêmicos do Rio Branco
Alambique 
Estação Primeira de São Léo
 Gladiadores   da Feitoria
 União da Vila
Império do Sol
Imperatriz Leopoldense
SÃO LOURENÇO DO SUL
Estação Primeira do Cruzeiro
Unidos da Lomba
Vai Vai
XV de Novembro

SAPIRANGA
Império das Rosas
Unidos de Sapiranga
Acadêmicos do Morro
Águias de Ouro  
Império do Vale
Mangueira
Unidos do Capão
TAQUARI
Batutas do Orgia
Irmãos da Opa  
TAPES
Acadêmicos do Arroio  
Apito de Ouro
Corujão
Imperadores da Treze de Maio
Império da Zona Sul 
URUGUAINA
Academia de Samba Os Cevados  
Acadêmicos  de São Miguel
Acadêmicos do Negão
Aliança do Samba
Amigos da Comunidade (Mirim)
Apoteose do Samba
 Baixada Ivo Rodrigues
 Bambas  da Alegria
Cova da Onça
Deu Chucha na Zebra
Ilha do Marduque
Império do Sol
Imperatriz Uruguaianense
Império da Zona Sul
Império Serrano
Os Rouxinois
Toca do Lobo
União da Vila
Unidos da Mangueira
Mocidade Independente da Vila Júlia
Morro do Galo
Pantera Negra
Salgueiro   
VENÂNCIO AIRES
Acadêmicos do Samba Négo
Fiel Tribo Guarani
Império do Samba
Unidos das Vilas  
 VIAMÃO
Academia de Samba Barão do Upacaraí
Academia de Samba Parque Índio Jary
Academia de Samba Viamar
Acadêmicos da Martinica
Acadêmicos de Padre Réus
Flor de Liz
Império da Vila Planalto
Madalena
Sol Maior  
Unidos da Vila Esperança
Unidos da Vila Isabel
Volta da Figueira


Porto Alegre, 14 de dezembro de 2017.

Antônio Carlos Côrtes
Conselheiro